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8 problemas gerados por não ter proteção de dados

8 problemas gerados por não ter proteção de dados

Proteger os dados se tornou um pré-requisito obrigatório e estratégico para todas as empresas que pretendem realizar transações através da Internet e isso inclui instituições privadas e públicas desde a esfera municipal até a federal.

É cada vez mais frequente incidentes de segurança envolvendo órgãos do governo. Muitos de nós não sabemos, mas em submundo bem silencioso é travado uma verdadeira guerra cibernética entre os países. E com base neste tema, que vamos falar sobre a importância de proteger os dados.

A proteção de seu país está em constante em risco

Em um estudo recente, publicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) levantou-se um dado alarmante mostrando que os bancos centrais pelo mundo estão sofrendo constantes ataques e que já resultaram desde o roubo de milhões de dólares até o comprometimento de dados de milhares de clientes e funcionários.

Nos últimos anos, o setor financeiro e o governo tem sido principal alvo desses ataques em virtude da migração de suas operações para o mundo online, onde o risco de invasão e roubo de dados é muito maior.

É preciso uma forte adaptação por parte dessas instituições, uma vez que temos a quebra de um forte paradigma, onde bancos e setores estratégicos do governo deixam de focar suas principais operações, que basicamente aconteciam de forma offline ou de forma restrita em redes privadas, para a Internet, um mundo aberto e bem arriscado.

Na realidade, nos últimos anos todas essas instituições estão passando por uma grande ruptura em seus modelos de negócio e por essa razão proteger os dados se tornou uma prioridade.

Os invasores podem ser hackers recreativos, crackers ou terroristas. Isso pode acontecer para entidades e interesses empresariais, bem como para o setor público e o governo, a exemplo de instituições bancárias, energia, agências estatais, hospitais, empresas, educação e até assuntos sociais.

Todas essas instituições dependem fortemente de sua presença online e por isso passaram a correr riscos. Com a informação fluindo através da Internet em diferentes redes em todo o mundo, há uma necessidade crescente de proteger informações pessoais, fundos e ativos, bem como a segurança nacional.

Está claro que adotar uma estratégia para proteger os dados é necessária. Os cidadãos devem ter confiança no uso de serviços públicos online e, se sentirem que estão sob ameaça em áreas como saúde e assistência social, o uso deles diminuirá.

Em virtude dessa crescente ameaça às organizações do setor público e financeiro devem aderir aos padrões apropriados de segurança cibernética que possam garantir assim a proteção e segurança necessária para o uso do ambiente online para suas operações.

Proteção de dados deve ser uma prioridade

Para o governo, a segurança cibernética não é apenas um desafio, é um grande obstáculo para a tão esperada transformação digital. Além disso, os riscos são altíssimos: a invasão de informações do setor público pode pôr em perigo principalmente a segurança nacional.

Para se ter uma ideia das consequências dos ataques virtuais e do roubo de informações através das instituições financeiras e do governo, vamos listar 8 problemas gerados pelo fato de não se proteger os dados.

  1. Invadir de sistemas vitais com o objetivo de desativá-los;
  2. Causar estragos em toda a infraestrutura digital do país;
  3. Obter acesso a sistemas para roubar dados sensíveis;
  4. Roubar números de documentos (RH, CPF, CNH, outros) ou declarações fiscais;
  5. Fazer transferências financeiras ilegais;
  6. Interromper operações estratégicas do governo;
  7. Manipular dados e códigos para introduzir instruções prejudiciais;
  8. Obter os registros de funcionários e os arquivos de segurança nacional.

O impacto de sofrer ataques virtuais através de instituições financeiras e órgãos do governo vai muito além dos prejuízos financeiros. A exposição das informações de cada cidadão, por exemplo, é um dano irreversível e que por sua extensão se torna impossível de mensurar o tamanho da perda.

Enfrentando o desafio da segurança cibernética

As ameaças estão crescendo em volume, intensidade e sofisticação e os recentes ataques demonstram que novas tentativas de invasão devem acontecer frequentemente.

Surge uma grande dúvida. Como os governos podem reverter a crescente lacuna entre investimento em segurança e eficácia? Tradicionalmente, a segurança cibernética tem se concentrado na prevenção de intrusões, na defesa com uso de firewalls, no monitoramento de portas e afins.

Porém, o cenário de ameaças em evolução exige uma estratégia mais dinâmica para proteger os dados. Uma nova abordagem neste sentido envolve três áreas fundamentais construídas em torno de ser seguro, vigilante e resiliente. Esses três princípios refletem o fato de que os mecanismos de defesa devem evoluir.

As ações do governo não podem confiar apenas na segurança do perímetro, elas também devem desenvolver recursos sólidos para detecção, resposta, reconhecimento, recuperação e proteção de dados.

É preciso manter a confiabilidade

A segurança cibernética tem a ver com a construção de um ambiente seguro com o uso da tecnologia, de modo a garantir a confiança e estabilidade da sociedade.

Consequentemente, a construção da confiabilidade requer atividades e operações que possam garantir:

  • Redução e prevenção de ameaças e vulnerabilidades;
  • Implementação de políticas de proteção;
  • Resposta a incidentes;
  • Recuperação rápida em caso de incidentes;
  • Garantia de dados e informações;
  • Aplicação das leis relacionadas à cibersegurança;
  • Operações de inteligência relacionadas à segurança do espaço cibernético;
  • Entre outras ações.

É preciso ter um plano de resposta a incidentes

As organizações precisam ter a compreensão realmente clara do que fazer no caso de um incidente de segurança. Para isso é preciso ter um plano de resposta a incidentes que seja bem planejado e testado regularmente.

No entanto, vale destacar que as ameaças e ataques que ocorrem atualmente não seguem os padrões normais de detecção e resposta. Os requisitos tradicionais são focados apenas em ameaças comuns.

Para as instituições financeiras e de governo, a realidade mostra que temos ameaças que foram aperfeiçoadas e que representam um grande risco. E para combater esse cenário será preciso desenvolver uma estrutura sólida para gerenciar os riscos e aplicar novos padrões para detectar e responder a ameaças muito mais avançadas.

Isso vai muito além de simplesmente testar os sistemas quanto a vulnerabilidades. Significa, por exemplo, entender quais são os dados com maior risco, quais são os tipos de criminosos estariam mais interessados ​​nesse tipo de informação, que tipo de ataques poderiam ser usados e por fim desenvolver ações preventivas e corretivas para proteger os dados.

As agências devem fazer esforços significativos para estudar as ameaças emergentes, observando os principais indicadores de risco e entendendo os atores, criminosos, países estrangeiros e hacktivistas, que ameaçam os sistemas do governo e financeiro.

Seja uma ameaça interna ou externa, as organizações estão descobrindo que apenas o uso de firewalls não é eficaz para antecipar a natureza das ameaças.

A ação evolutiva das ameaças cibernéticas exige uma defesa colaborativa em rede, o que significa compartilhar informações sobre vulnerabilidades, formas de ataque e soluções entre a comunidade, governos, empresas e fornecedores de segurança.

Assim, a segurança cibernética quando desenvolvida de forma eficiente em cada país engloba praticamente todos os cidadãos, proporcionando a todos a sensação de confiança e de credibilidade nas instituições.

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