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Aceita pagamento com Pix?

Em uma das últimas etapas, antes de entrar oficialmente em funcionamento, o Banco Central do Brasil liberou (03/11) que alguns clientes das 762 instituições aprovadas para ofertar o Pix possam realizar as primeiras transações com o novo sistema de pagamento instantâneo brasileiro.

De forma experimental, entre os dias 03 e 15 de novembro os clientes podem realizar operações restritas do Pix. O objetivo principal desse período de testes visa executar todas as funcionalidades do Pix de forma gradual, com número reduzido de usuários, para que os clientes possam se familiarizar com o novo sistema de pagamento.

O Pix entra oficialmente em funcionamento no mercado brasileiro em 16 de novembro, até lá, as transações na operação restrita serão válidas, funcionando com horário diferenciado, conforme programação divulgada pelo Banco Central: 

  • Regra geral: das 9h às 22h;
  • Nas quintas-feiras, dias 5 e 12 de novembro: das 9h às 24h;
  • Nas sextas-feiras, dias 6 e 13 de novembro: das 0h às 22h.

Ainda de acordo com o Banco Central do Brasil, os usuários selecionados para o período de operação restrita serão habilitadas as funcionalidades no aplicativo, na opção “Pix”. O cliente precisa se certificar da necessidade ou não de atualizar o aplicativo da instituição financeira ou de pagamento. Além da opção “Minhas chaves”, que já está disponível, estarão acessíveis as opções “Pagar com Pix” e “Receber com QR Code.”

Sobre o Pix: Novo sistema de pagamentos lançado pelo Banco Central do Brasil

O Banco Central do Brasil define o Pix como o Sistema de Pagamento Instantâneo (SPI), a ser operado e gerenciado pelo BCB. 

O objetivo principal do novo sistema de pagamentos do Banco Central do Brasil é fornecer pagamento instantâneo por meio de aplicativos móveis, Internet banking e caixas eletrônicos, prometendo transferências rápidas e seguras.

Entre as possibilidades de uso, o Pix poderá ser usado para enviar fundos a outras pessoas, comprar uma xícara de café, fazer compras em lojas on-line ou pagar uma conta de luz.

A partir de de 16 novembro o Pix estará disponível para a população brasileira e o seu uso poderá ser utilizado para transferências:

  • Entre pessoas (transações P2P, person to person);
  • Entre estabelecimentos comerciais e pessoas, incluindo comércio eletrônico (transações P2B, person to business);
  • Entre estabelecimentos, como pagamentos de fornecedores, por exemplo (transações B2B, business to business);
  • Para transferências envolvendo entes governamentais, como pagamentos de taxas e impostos (transações P2G e B2G, person to government e business to government);
  • Pagamentos de salários e benefícios sociais (transações G2P, government to person) e de convênios e serviços (transações G2B, government to business).

Para garantir a proteção das transações financeiras dos pagamentos instantâneos, o Banco Central definiu requisitos fundamentais a serem seguidos por todas as instituições financeiras que desejam implementar o Pix. 

  • O uso de Assinatura digital nas mensagens: De acordo com os requisitos de segurança do Pix, todas as mensagens transmitidas devem ser assinadas digitalmente pelo emissor. O receptor deve validar a assinatura digital de cada mensagem para garantir sua autoria, integridade e o não-repúdio. 
  • Aplicação e uso de certificados digitais nos processos de criptografia e autenticação: As instituições financeiras, atendendo aos requisitos do Pix, devem adotar certificados ICP-Brasil que suportem a utilização para autenticação e criptografia. Já para a assinatura digital deverão ser utilizados certificados ICP-Brasil no padrão SPB. 
  • Uso de HSM para gerenciamento de certificados digitais: As instituições financeiras devem possuir processos adequados de gestão (geração, guarda, ativação e revogação) dos seus certificados digitais utilizados no âmbito do Pix. Nesse contexto, a recomendação é utilizar dispositivos de criptografia baseados em hardware (HSMs) para armazenamento das chaves privadas dos certificados utilizados nas transações realizadas no pagamento instantâneo.

Pix e a E-VAL

A E-VAL teve participação direta no processo de implantação do Pix, o sistema de pagamento instantâneo do Banco Central. A E-VAL com soluções de assinatura e certificados digitais, a exemplo do E-VALCryptoCOMPE e o EVALCryptoSPB que hoje atende a assinatura digital de mensagens trocadas pelo Sistema Financeiro Nacional.

Em relação ao processamento e performance do Pix, a solução EVALCryptoPix da E-VAL, que utiliza API Rest, facilita a integração e otimiza o processamento da assinatura digital e do XML, fornecendo alto desempenho e escalabilidade com elasticidade nas transações de pagamento do Pix.

Além disso, para o Pix, a E-VAL está fornecendo uma solução completa para a assinatura digital, desde o software de assinatura digital e verificação, como também os certificados digitais exigidos na comunicação e o HSM que o Banco Central recomenda o uso.

Sobre a E-VAL Tecnologia

A E-VAL Tecnologia atua há mais de 15 anos oferecendo soluções de segurança da informação para o mercado, pioneira em iniciativas no uso da certificação digital no Brasil, tais como, SPB, COMPE, Autenticação, Assinatura digital de contratos, Gerenciamento de Chaves e Proteção de dados e armazenamento de chaves criptográficas para os segmentos de instituições financeiras, educação e indústria.

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