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Relatório: como o mercado está investindo em Gerenciamento de chaves

O gerenciamento de chaves significa proteger as chaves de criptografia contra perda, corrupção e acesso não autorizado.

A importância do gerenciamento de chaves de criptografia deve ser uma prioridade. Quando as chaves são perdidas ou corrompidas, isso pode levar à perda de acesso a sistemas e dados, bem como tornar um sistema completamente inútil.

Por esse motivo, cresce no mercado a necessidade de se investir em processos e ferramentas que fazem o gerenciamento de chaves para as empresas, independente do segmento de mercado ou tamanho.

O gerenciamento de chaves e o mercado

O aumento das complexidades no gerenciamento de dados e no cumprimento das regulamentações do governo aumentou a necessidade de ampliar a segurança corporativa em vários setores.

Isso levou à adoção generalizada de soluções de gerenciamento de chaves corporativas. Em virtude desse cenário, o aumento na taxa global de adoção de gerenciamento de chaves corporativas no segmento de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) já era esperado, é provável que esse mercado ganhe cada vez mais força.

Para se ter uma ideia, a América do Norte deverá dominar o mercado de gerenciamento de chaves corporativas durante até o ano 2022 em virtude de ter a maior fatia de mercado.

A realidade mostra que o aumento dos desafios de segurança de dados, juntamente com a necessidade de atender aos rígidos regulamentos de conformidade, está impulsionando a adoção de soluções de gerenciamento de chaves corporativas nas organizações norte-americanas.

Esse cenário de crescimento também atinge a região Ásia-Pacífico (APAC) que também deve mostrar crescimento no mercado de gerenciamento de chaves corporativas, já que os países da região APAC estão investindo substancialmente na implantação de soluções de segurança de dados e gerenciamento de conformidade.

Essas informações de crescimento fazem parte do relatório apresentado pela MarketsandMarkets, empresa especializada em pesquisas para o mercado B2B, que mostra que o investimento no mercado de gerenciamento de chaves corporativas deve chegar ao valor de US$ 2.343,6 milhões até 2022.

O gerenciamento de chaves corporativas é um desafio que justifica o investimento

O gerenciamento de chaves corporativas é um componente essencial das soluções de criptografia de dados e envolve além do gerenciamento, a geração, troca, armazenamento, uso, destruição e substituição de chaves criptográficas responsável por criptografar diferentes fontes de dados, a exemplo de e-mails, bancos de dados, unidades de disco, fitas de backup e dados em ambientes de nuvem.

Um ponto importante que merece destaque nesse mercado é à falta de mão-de-obra qualificada. Esse é um grande desafio para o setor e que pode elevar o custo de implantação de soluções de gerenciamento de chaves.

No estudo publicado pela Grand View Research, empresa de consultoria e pesquisa de mercado com sede nos EUA, mostra dados interessantes que indicam o porque do mercado estar investindo em gerenciamento de chaves.

  • A América do Norte deverá ser o maior mercado devido à proliferação tecnológica e à adoção acelerada de serviços digitais;

  • A região Ásia-Pacífico emergiu como o mercado de crescimento mais rápido, com um CAGR de 22,0% ao longo do período de previsão;

  • O segmento de criptografia de disco foi responsável por 37,07% da participação total de mercado em 2016, no entanto, o segmento de criptografia na nuvem terá a maior taxa de crescimento;

  • O segmento BFSI representou 31,9% em 2016. Aumento das transações on-line e móveis, juntamente com mandatos regulatórios de segurança de dados vão impulsionar o crescimento do mercado;

  • O aumento dos investimentos em soluções de criptografia baseadas na nuvem e a necessidade de proteger o aumento do volume de dados vão impulsionar o crescimento do mercado de gerenciamento de chaves corporativas.

O estudo mostra ainda que aumento no número de usuários da Internet e a rápida adoção de serviços digitais levaram a um aumento exponencial no volume de dados confidenciais coletados pelas organizações.

Desta forma, é natural que ocorra a aceleração pela adoção de soluções de gerenciamento de chaves de criptografia.

A segmentação do mercado que investe em gerenciamento de chaves

Por fim, vale destacar como o mercado global de gerenciamento de chaves corporativas foi segmentado. Basicamente sua divisão tem com base nos tipos de serviços, tipo de implantação, aplicativos, tamanho da organização, usuários finais e região.

Por tipo de serviços:

  • Serviços profissionais;

  • Serviços gerenciados;

  • Outras.

Por tipo de implantação:

  • No local;

  • Nuvem.

Por aplicação:

  • Criptografia de Comunicação;

  • Criptografia na nuvem;

  • Criptografia de arquivos / pastas;

  • Criptografia de Disco;

  • Criptografia do banco de dados.

Por tamanho da organização:

  • Pequenas e Médias Empresas (PME);

  • Grandes empresas.

Por segmentos de mercado:

  • Aeroespacial;

  • Cuidados de saúde;

  • Educação;

  • Automotivo;

  • Transporte;

  • Turismo;

  • Indústrias;

  • Governo e Defesa;

  • Telecomunicações.

Por região:

  • América do Norte;

  • Europa;

  • Reino Unido;

  • Pacífico Asiático (APAC);

  • Resto do Mundo (ROW).

Assim, foi possível ver uma amostra do mercado atual e os motivos que estão levando diferentes empresas a buscarem o gerenciamento de chaves.

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5 dicas sobre validação de assinatura digital

Já faz um bom tempo desde que a validação de assinatura digital passou a ser utilizada no mercado financeiro, mercado de saúde e nos diversos processos eletrônicos de diferentes segmentos de mercado.

A assinatura eletrônica passou a fazer parte em quase todos os aspectos do negócio e da vida cotidiana. É usado pelas empresas para compartilhar informações com funcionários, bem como em processos de autenticação que envolvem confidencialidade e integridade das informações de clientes, fornecedores e da própria empresa.

Naturalmente, à medida que a tecnologia de assinatura eletrônica aumentou, o mesmo aconteceu com o número de opções de software de assinatura eletrônica disponíveis para organizações e usuários.

E por essa razão, é fundamental entender como o processo de uso e validação da assinatura acontece, garantindo assim, a veracidade dos dados em documentos e processos digitais e com a certeza de que nada foi alterado de forma irregular.

Separamos neste artigo 5 dicas fundamentais sobre validação de assinatura digital que empresas e pessoas precisam ter em mente para fazer o melhor uso deste importante recurso de segurança.

  1. Crie o hábito de usar e fazer a validação da assinatura digital

A implementação da assinatura digital é usada para validar não apenas que o conteúdo foi gerado por um indivíduo específico, mas também que o proprietário real da conta foi quem gerou o conteúdo, semelhante quando você assina um cheque ou um documento legal, sua assinatura é usada para verificação de que apenas você iniciou a transação.

Isso fornece o benefício de garantir que o conteúdo foi criado por uma fonte confiável e não foi modificado de forma alguma.

O conteúdo real é usado para gerar um valor no algoritmo de assinatura digital que assina o conteúdo, portanto, se algo for adicionado ou excluído depois que o conteúdo for assinado, o valor de validação da assinatura digital retornará um erro.

O uso e validação da assinatura digital deve ser uma prática comum para pessoas e empresas, independente de estar atendendo a um requisito regulatório ou não. Tenha em mente que isso garante sua segurança digital.

  1. Verifique que a assinatura digital possui um certificado de uma raiz confiável

A implementação de assinaturas digitais requer um dos dois tipos diferentes de certificados para assinar o conteúdo: certificados auto-emitidos ou certificados recebidos de uma autoridade de certificação formal.

Desta forma, empresas podem optar por criar suas assinaturas digitais com certificados digitais próprios que não serão reconhecidos como provenientes de uma fonte autorizada e confiável. Isso geralmente dificulta para uma validação externa, tal como, documentos assinados digitalmente e trocados entre empresas. Por outro lado, constitui um bom hábito interno, aumentando a segurança da organização.

Assim, durante a validação de assinatura digital, verifique que o certificado foi emitido por uma autoridade de certificação formal de uma raiz confiável, seja ela externa, ou mesmo interna.

  1. Faça treinamentos de conscientização para usuários de assinatura digital

É necessário ter um programa para educar os usuários sobre quando é apropriado usar uma assinatura digital para validar seu próprio conteúdo e o que recebem, e claro, treinamento para o administrador sobre como emitir e revogar certificados de assinatura digital.

Esse trabalho de conscientização faz com que todos os usuários de assinatura digital possam realizar a validação da assinatura digital de forma eficiente e segura, ajudando a garantir assim as estratégias de segurança da informação da empresa.

  1. Adote soluções automatizadas de validação de assinatura digital

De forma simplificada, um algoritmo de assinatura digital é um par de números grandes que são calculados de acordo com o algoritmo especificado dentro de parâmetros que permitem a autenticação do signatário e, como conseqüência, a integridade dos dados anexados.

As assinaturas digitais também são geradas por meio de um algoritmo de assinatura digital, bem como verificadas. Desta forma, elas são geradas em conjunto com o uso de uma chave privada e a validação de assinatura digital ocorre com o emprego da chave pública correspondente.

Cada signatário tem suas próprias chaves emparelhadas (supostamente conhecidas do público em geral) e privadas (conhecidas apenas pelo usuário). Como uma assinatura só pode ser gerada por uma pessoa autorizada usando sua chave privada, a chave pública correspondente pode ser usada por qualquer pessoa para verificar a assinatura.

Em resumo a todo esse processo, se o status da assinatura for desconhecido ou não verificado, ele deve ser validado manualmente para determinar a causa do problema e a possível solução. Porém, a melhor forma para realizar a validação da assinatura digital é sem dúvida adotar soluções automatizadas.

O uso de software de criptografia tem sido um dos métodos mais eficientes para fornecer a segurança de dados, especialmente para proteção realizada na transmissão entre redes.

  1. Crie e revise regularmente seu processo de validação de assinatura digital

A melhor forma de garantir a validação eficiente das inúmeras assinaturas digitais que trafegam entre as empresas e usuários é ter um processo formal que faz parte das políticas de segurança da informação da organização.

Além de sua criação e uso, o processo de validação de assinatura digital deve ser regularmente revisado de forma a evitar gargalos durante a verificação e principalmente que tenha o mínimo de impacto nas operações da empresa.

A dica final direciona que a validação da assinatura digital seja algo transparente para os usuários, o objetivo é adotar as melhores práticas do mercado sem comprometer a qualidade e produtividade das empresas e usuários envolvidos.

Próximos passos

Agora que você entendeu um pouco mais sobre o uso e validação de assinatura digital, o que você acha de implementar as nossas dicas em sua empresa?

Se você ainda tem dúvidas sobre como fazer essa comprovação se uma assinatura digital é válida ou não, entre em contato com a E-VAL, temos um time de consultores especializados que pode contribuir em seu processo de validação de assinaturas digitais.

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Tudo o que você precisa saber sobre prevenção de perda de dados

A prevenção de perda de dados é definida como a estratégia utilizada para garantir que usuários digitais e corporativos não enviem informações confidenciais ou críticas fora de uma rede corporativa ou até mesmo de uma rede doméstica.

O termo também é usado para definir produtos de software que ajudam um administrador de rede a controlar quais dados os usuários finais podem transferir.

Com a aprovação recente da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), legislação brasileira que determina a forma como os dados dos cidadãos brasileiros podem ser coletados e tratados, a preocupação sobre o tema da prevenção de perda de dados terá ainda mais destaque.

Separamos neste post, as principais informações para você tirar suas dúvidas sobre o assunto e assim dar os próximos passos na proteção de dados de sua empresa.

A prevenção de perda de dados terá impacto nas decisões de compra

Em plena era da Transformação Digital, onde dados e informações passaram a ter um peso fundamental no processo de compra, a prevenção de perda de dados se torna uma prioridade na proteção dos clientes e na imagem das empresas.

Sendo assim, basta um ataque virtual ou uma falha de segurança, para resultar no roubo de dados e afetar diretamente a credibilidade das organizações e a decisão de compra dos clientes.

A prevenção de perda de dados não se aplica apenas as grandes empresas, agora ela se tornou estratégica para o negócio, de todos os tamanhos e segmentos, o fato de estarem sujeitas a ciberataques, sequestros e roubos de dados, mudou completamente a visão das organizações quanto às questões ligadas à segurança da informação. Por isso, a proteção dos dados passou a fazer parte do modelo de negócio de qualquer empresa.

Ferramentas de proteção de dados são fundamentais

Os produtos de software desenvolvidos para a proteção de dados utilizam as regras e políticas de negócios para classificar e proteger informações confidenciais e críticas. Elas buscam evitar que usuários finais não autorizados possam compartilhar de forma acidental ou maliciosa dados cuja divulgação possa colocar a organização em risco.

Na prática, por exemplo, se um funcionário tentar encaminhar um e-mail comercial fora do domínio corporativo ou carregar um arquivo considerado estratégico para um serviço de armazenamento na nuvem, a exemplo do Dropbox, Drive, etc, o funcionário teria a permissão negada.

A adoção da proteção de dados está acontecendo em decorrência das ameaças internas e por leis de privacidade mais rigorosas, como já mencionamos anteriormente. Além de poder monitorar e fazer o controle de atividades, as ferramentas de proteção de dados podem, através de filtros, controlar o fluxo de dados na rede corporativa e proteger dados ainda em movimento.

Proteção de dados é uma responsabilidade compartilhada

As causas de perda de dados podem acontecer por razões diferenciadas. Algumas empresas podem estar mais preocupadas com vulnerabilidades e ataques externos, enquanto outras se preocupam principalmente com erros humanos.

Para se ter uma ideia, a perda de dados pode ocorrer durante um procedimento padrão do setor de TI, como uma migração, por exemplo, ou por meio de ataques mal-intencionados por meio de ransomware ou outro malware disparado através de um simples e-mail.

O impacto da perda de dados também pode variar de acordo com o segmento de atuação ou tamanho da organização. Além de impactar os dados internos, a perda de dados coloca em risco a posição legal de uma empresa com as leis de conformidade.

Porém, o peso da cobrança e o desafio pela prevenção de perda de dados não podem ficar apenas no lado dos gestores e das equipes de TI, a responsabilidade precisa ser compartilhada. Em grande parte dos casos, são os próprios funcionários que enviam de forma acidental informações consideradas sensíveis ou que executam alguma operação que abre espaço para um ataque virtual.

Por isso, mais do que implementar um programa de prevenção de perda de dados, é preciso conscientizar. E para isso, a equipe responsável pela segurança da informação precisa fornecer treinamentos para executivos e usuários finais sobre os benefícios da proteção de dados para a empresa, para os próprios funcionários e clientes.

O desafio da proteção de dados

Causas não intencionais comuns de perda de dados incluem mau funcionamento de hardware, software corrompido, erro humano e desastres naturais. Os dados também podem ser perdidos durante as migrações e em quedas de energia ou desligamentos incorretos dos sistemas. Isso já nos mostra o quanto a prevenção de perda de dados se tornou um grande desafio.

O mau funcionamento do hardware

Essa é a causa mais comum de perda de dados nas empresas. Basta um disco rígido travar devido a um superaquecimento, problemas mecânicos ou simplesmente o tempo de uso.

A manutenção preventiva do disco rígido ajuda a evitar a perda de dados e habilita as equipes de TI para a substituição da unidade nessas situações de risco.

Software corrompido

Outra causa comum no desafio da prevenção de perda de dados é o software corrompido. Esta situação pode ocorrer quando os sistemas são desligados incorretamente. Esses desligamentos geralmente podem ser atribuídos a quedas de energia ou erros humanos, por isso é fundamental que a equipe de infraestrutura esteja preparada para esses incidentes e garantir o desligamento adequado dos sistemas.

Desastres naturais

Os desastres naturais têm o potencial de causar a perda de dados em relação a todos os itens descritos acima, seja danos ao hardware ou a corrupção dos sistemas. Um plano de recuperação de desastres e backups frequentes são as estratégias mais indicadas para evitar esse tipo de perda de dados.

Além desses exemplos, vírus de computador e ataques virtuais são fatores em potencial para perda de dados e causam igualmente grandes prejuízos para organizações e seus clientes.

O impacto direto para o negócio

Como você pode perceber, além do desafio, evitar a perda de dados pode ser um processo caro, exigindo a compra de soluções de software e hardware, além de serviços de backup e proteção de dados.

Porém, embora os custos desses serviços possam ser altos, o investimento para a prevenção completa contra a perda de dados geralmente vale a pena a médio e longo prazo, especialmente quando comparado aos impactos da falta de proteção.

No caso de grandes perdas de dados, a continuidade dos negócios e os processos de negócio são severamente afetados. Tempo e recursos financeiros da empresa geralmente precisam ser desviados para resolver os incidentes e recuperar as informações perdidas, para que assim outras funções de negócios possam ser restauradas.

Próximos passos

Com a convergência dos negócios em direção da economia digital, a preocupação com a segurança da informação e a prevenção de perda de dados se tornaram fundamentais.

Não só a participação das empresas nesse período de Transformação Digital fica comprometida, mas qualquer tipo de iniciativa visando o crescimento futuro dificilmente será alcançada quando perdas financeiras e de credibilidade atingem as empresas.

Para saber mais sobre prevenção de perda de dados e as novidades da E-VAL continue nos acompanhando aqui em nosso blog e não esqueça de assinar nossa Newsletter.

 

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5 benefícios exclusivos que apenas clientes E-VAL possuem

Antes mesmo de apresentar os benefícios que os clientes E-VAL possuem, vale destacar as razões que os levaram a buscar no mercado uma empresa especializada em assinatura digital e chaves criptográficas.

Esse entendimento nos faz convergir na decisão de escolha pela E-VAL e de que forma retribuímos a confiança atribuída a nossa empresa.

A importância da segurança cibernética

Com o número de ameaças virtuais crescendo em grande escala, cada vez mais empresas estão buscando investir em segurança cibernética.

Para se ter uma ideia sobre a proliferação de ataques cibernéticos que está causando danos crescentes a empresas, governos e indivíduos, tomemos como exemplo o ataque a Equifax que aconteceu em julho de 2017, onde um invasor conseguiu o acesso às informações pessoais e financeiras de quase 150 milhões de pessoas.

Por essa razão, as empresas precisam responder a essas ameaças adotando medidas rígidas de segurança cibernética. De um custo total de US$ 445 bilhões somente em 2014, o custo dos cibercrimes já atingiu no mundo US$ 600 bilhões em 2017, segundo um relatório da McAfee. Pode-se imaginar que os números de 2018 podem ser ainda maiores, vamos descobrir isso no final do ano.

O investimento em segurança deve aumentar a cada ano

Em um relatório da Cybersecurity Ventures sobre cibercrimes, a empresa projeta que o custo das ameaças cibernéticas aumentará para US$ 6 trilhões anualmente até 2021. Esse montante abrange:

  • Danos e destruição de dados;
  • Dinheiro roubado;
  • Perda de produtividade;
  • Roubo de propriedade intelectual;
  • Roubo de dados pessoais e financeiros;
  • Apropriação indébita;
  • Fraude;
  • Interrupção após ataque às empresas;
  • Investigação forense;
  • Restauração de dados;
  • Sistemas pirateados.

O que as empresas passaram a entender é que a segurança não é apenas responsabilidade da equipe de TI ou dos gestores, segurança é responsabilidade de todos e por isso o investimento em ferramentas, políticas e processos e principalmente na conscientização.

A perspectiva futura das empresas

Pensando no futuro, a Pesquisa Global de Segurança da Informação da PwC de 2018 afirma que 87% dos CEOs dizem que estão investindo em segurança cibernética para transmitir confiança aos clientes. O impacto do cibercrime vai além dos aspectos financeiros, os prejuízos chegam até a imagem da empresa e sua reputação junto ao mercado.

E esse cenário de insegurança nos leva a 5 principais razões para investir em segurança cibernética:

  • Frequência de ataques;
  • Custo dos ataques;
  • Os principais alvos de ataques são pequenas e médias empresas;
  • O número de criminosos está se expandindo rapidamente;
  • Os bandidos estão indo atrás do lado mais fácil: os funcionários.

Com essa perspectiva em mente por parte das empresas da importância do investimento em segurança, isso nos leva a questão final. Por que os clientes E-VAL nos escolhem?

Benefícios exclusivos que apenas clientes E-VAL possuem

Agora sim, depois de entender as razões das empresas investirem tanto em cibersegurança vejamos o que a E-VAL tem a oferecer aos seus clientes e o que levou a escolha das organizações pelos nossos serviços.

  1. Experiência e participação do mercado

A E-VAL atua há 14 anos no mercado financeiro, pioneira em iniciativas no uso da certificação digital no Brasil, implementando segurança no Sistema de Pagamentos Brasileiros (SPB) para diversas instituições financeiras e também nos primeiros sistemas de assinatura digital, iniciando pelos contratos de câmbio.

  1. O conjunto de soluções que atendem ao mercado

Com soluções abrangendo Assinatura Digital, Autenticação e Criptografia de Dados, garantem aos clientes E-VAL a validade jurídica nos processos eletrônicos, assim como cumprem os requisitos do mercado brasileiro conforme a necessidade de cada cliente.

  1. A garantia de qualidade dos produtos e serviços atestados pela certificação CMMI nível 2

A certificação tem como objetivo garantir qualidade nos projetos de desenvolvimento de software, com as práticas do nível de maturidade ou de capacidade do CMMI 2, nossos projetos são gerenciados, buscando a entrega no prazo, escopo e custo planejados, sendo um grande diferencial nos mercados que atuamos para os clientes E-VAL.

  1. A aderência aos padrões da ICP-BRASIL

Os padrões ICP-BRASIL garantem a entrega de um produto diferenciado, de alta qualidade e que atende a legislação e as normas vigentes. A aderência aos padrões é comprovada pela homologação recebida pelo ITI de seus produtos de assinatura digital, oferecendo credibilidade e confiança para os clientes E-VAL.

  1. A forma como nossas tecnologias ajudam o mercado

A E-VAL é uma empresa especializada em certificação digital, segurança da informação, desenvolvimento de software e que se consolidou no mercado pois entrega resultados confiáveis para seus clientes, buscando sempre por novas tecnologias e provendo soluções nos mais altos padrões.

Os números comprovam porque as empresas que adotam as soluções da E-VAL são beneficiadas:

  • Mais de 200 projetos desenvolvidos;
  • 180 práticas de qualidade;
  • 24 milhões de documentos assinados/dia;
  • 20 instituições financeiras atendidas;
  • 25 milhões de transações criptográficas;
  • Clientes em quase todos os estados;
  • Mais de 250 clientes E-VAL em nosso sistema.

Para conhecer um pouco mais sobre a E-VAL e como nossas soluções podem ajudar, entre em contato com nossos consultores e tire suas dúvidas. Não esqueça de assinar nossa newsletter para receber todas as novidades do nosso blog e as novas tecnologias da E-VAL.

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O que esperar da 9ª edição do Congresso Security Leaders?

A 9ª edição do Congresso Security Leaders está se aproximando e a E-VAL marca presença em mais um evento de referência no segmento de Segurança de Informação. O congresso será realizado em São Paulo entre os dias 29 e 30 de outubro de 2018.

O objetivo do Security Leaders é reunir C-Levels, especialistas e executivos das principais instituições públicas e privadas do país para realizar um importante debate sobre os grandes desafios de Segurança Cibernética. Além disso, esse ano serão apresentados e compartilhados casos de sucesso e histórias que deram certo no combate ao cibercrime, com a presença dos principais fornecedoras de soluções em Segurança da Informação.

A E-VAL conta com sua presença na 9ª edição do Congresso Security Leaders

Ciente de sua responsabilidade como um dos líderes de segurança da informação no mercado de TI, a E-VAL busca contribuir da melhor forma com o segmento de segurança cibernética aqui no Brasil.

Para isso, os nossos especialistas vão estar reunidos no evento da Security Leaders, mostrando os principais desafios no combate aos cibercrimes, assim como as medidas de precaução, monitoramento e ações necessárias no tratamento de incidentes, associando tudo isso a muita tecnologia de ponta.

Você é nosso convidado especial para participar do Security Leaders. Conheça alguns importantes benefícios em marcar presença nesta conferência:

  1. Lidere sua equipe pela experiência adquirida

Melhore o conhecimento da sua equipe de segurança compartilhando a experiência adquirida através da 9ª edição do Congresso Security Leaders. As fontes de conhecimento do evento serão grandes especialistas em Cybersecurity.

Ter acesso a casos de sucesso em projetos de segurança cibernética, desenvolvendo o conhecimento em políticas de segurança, programas de conscientização, monitoramento e relatórios de incidentes, correção de vulnerabilidades, controles, conformidade e ferramentas de segurança reforça ainda mais a importância da formação de profissionais com experiência.

  1. Invista na melhoria contínua de sua empresa

A tarefa de mudar a forma como uma empresa responde e reage aos incidentes de segurança e roubo de dados é um grande investimento a ser feito por líderes de segurança e gestores de TI. Participar de um evento da proporção do Security Leaders é investir no processo de melhoria contínua de sua empresa diante de tanto conhecimento e experiência compartilhada entre os profissionais.

  1. Fique por dentro dos desafios e ameaças cibernéticas atuais

Reunir com líderes de referência em Segurança da Informação para discutir ameaças e desafios cibernéticos enfrentados nos dias atuais é fundamental para desenvolver estratégias assertivas de cibersegurança nas empresas. Como você sabe, todos os dias novas tentativas de ataques e roubos de dados surgem e enfrentar essas ameaças é sempre um grande desafio.

  1. Saiba incorporar a segurança da informação com a Transformação Digital

Se você já teve a oportunidade de verificar a agenda de conteúdos e apresentações da 9ª edição do Congresso Security Leaders deve ter percebido que o foco dos temas ligados a segurança de informações convergem para a atual transformação digital. Muita inovação que precisa incorporar as boas práticas do mercado de cibersegurança.

  1. Faça a convergência entre os negócios e segurança da informação

Esse alinhamento entre cybersecurity e as metas de negócios compartilha o risco da responsabilidade para um problema de todos da organização. Isso ajuda a direcionar decisões estratégicas ligados a cibersegurança e a privacidade para diferentes áreas das organizações. Um importante tema que será discutido na edição do Congresso Security Leaders.

Como você pode perceber, bons motivos não faltam para você participar da 9ª edição do Congresso Security Leaders. Conciliar habilidades de negócios com segurança da informação será sempre um grande desafio para qualquer profissional e, portanto, fazer parte de um evento como esse ajuda você a se tornar um especialista cada vez mais capacitado.

A disciplina de segurança da informação está amadurecendo a cada dia. E por isso, não deixe de participar da 9ª edição do Congresso Security Leaders e de visitar o estande da E-VAL, estaremos próximo a entrada do evento, vamos compartilhar muita experiência e as melhores práticas na liderança em segurança da informação

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Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): quais os impactos no mercado financeiro?

Aprovado recentemente pelo congresso nacional, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem o objetivo de fazer com que as empresas sejam mais transparentes e expandir os direitos de privacidade dos titulares de dados.

Basicamente a legislação brasileira segue os moldes da Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) que entrou em vigor na Europa em maio de 2018.

A LGPD é uma lei muito significativa quando se trata dos requisitos de confidencialidade que regem as instituições de serviços financeiros e como outros tipos de processos de negócios que devem proteger os dados pessoais dos usuários. Conheça um pouco mais sobre a LGPD e seus principais impactos no mercado financeiro.

A LGPD, uma grande mudança quanto a proteção de dados e a privacidade

A LGPD foi concebida com o objetivo de definir diretrizes quanto à privacidade de dados em todo o Brasil, visando proteger e dar aos brasileiros o direito à confidencialidade dos dados.

Um projeto importante, desde o marco regulatório da Internet, a LGPD impõe a todas as empresas que processam dados pessoais de residentes no Brasil. Ela define os procedimentos para a coleta de informações, o seu armazenamento, a sua segurança e como são tratados e utilizados.

Após a aprovação e sanção presidencial da PLC 53/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados passa por um período de conscientização e adoção pelas empresas e deve entrar em vigor no começo de 2020. De acordo com a LGPD, o processamento de dados só será permitido nas seguintes condições:

  • Será necessário o consentimento expresso do titular dos dados para o processamento de dados pessoais;
  • Para a execução de um contrato com o titular dos dados ou para tomar medidas para celebrar um contrato;
  • Para o cumprimento de uma obrigação legal;
  • Para proteger os interesses vitais de um titular de dados ou de outra pessoa;
  • O processamento será necessário para o desempenho de uma tarefa realizada no interesse público ou no exercício da autoridade oficial do controlador;
  • Para os interesses legítimos do responsável pelo tratamento ou por um terceiro, exceto quando esses interesses forem sobrepostos pelos interesses, direitos ou liberdades do titular dos dados.

Se uma empresa não cumprir a LGPD quando entrar em vigor, as consequências legais poderão incluir multas e a empresa poderá ter suas as atividades total ou parcialmente suspensas e, quando for o caso, as empresas podem responder judicialmente a outras violações previstas em lei.

LGPD e suas consequências ao mercado financeiro

O descumprimento da nova legislação brasileira resulta em grandes penalidades regulatórias, danos à reputação e perda da confiança do consumidor.

Por isso, mais preocupante do que o impacto financeiro do não cumprimento da nova legislação, o mercado financeiro deve temer os danos causados ao seu prestígio junto ao mercado e clientes pela não conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

A solução para as instituições financeiras é abordar a LGPD como uma prioridade, com recursos ​​e a flexibilidade necessária para cumprir com quaisquer novos requisitos regulatórios ou questões pontuais.

Uma abordagem abrangente fornece ao mercado financeiro a visibilidade necessária para estabelecer um entendimento claro dos dados pessoais mantidos pela empresa e a capacidade de responder a solicitações de exclusão de dados em toda a empresa quando estes não forem mais úteis.

Vale destacar que a LGPD proíbe, entre outras coisas, o tratamento dos dados pessoais com a prática de discriminação ilícita ou abusiva.

Para o mercado financeiro esse tipo de cenário pode acontecer quando o cruzamento de informações de uma pessoa específica ou de um grupo for usado para subsidiar decisões comerciais, a exemplo do perfil de consumo para divulgação de ofertas de bens ou serviços.

A Lei Geral de Proteção de Dados também se aplica a empresas estrangeiras

A LGPD define que a lei se aplica para operações de tratamento de dados realizados no Brasil ou no exterior, desde que a coleta de dados seja feita em território brasileiro.

Isso significa que, se uma empresa do ramo financeiro ou até mesmo o Google coletar dados de um usuário por aqui, mas processá-los nos Estados Unidos, por exemplo, terá que seguir a Lei Geral de Proteção de Dados.

De acordo com a nova legislação, a empresa ainda pode transferir os dados para uma filial ou sede estrangeira, desde que o país de destino também tenha leis abrangentes de proteção de dados ou possa garantir mecanismos de tratamento equivalentes aos que são exigidos no Brasil.

Os direitos do cidadão são preservados

Sem dúvidas que a Lei Geral de Proteção de Dados foi criada para proteger cada cidadão e o seu direito à confidencialidade dos seus dados, mais do que isso, a LGPD veio para garantir dois aspectos fundamentais quanto ao uso de informações em transações financeiras e na Internet:

  • Obrigação por parte das empresas a notificação em caso de violação de acesso a dados;
  • O direito de ser esquecido.

Como o objetivo da legislação é proteger o direito dos cidadãos à confidencialidade dos dados, ele concede aos consumidores o direito de solicitar que seus dados pessoais sejam consultados por instituições financeiras e, da mesma forma, solicitar sua exclusão sem exigir autorização externa.

Essas consultas permitem, por exemplo, que as instituições financeiras retenham certos dados se forem necessários para fins de conformidade e outras legislações. No entanto, na ausência de uma justificativa válida, o direito da pessoa de ser esquecida prevalece.

Esse será um grande desafio para as instituições financeiras e outras empresas que focam no mercado digital.

Para muitas organizações, a dificuldade será a implementação das práticas de gerenciamento de dados necessários para respeitar o direito ao esquecimento e a exigência de maior transparência e coordenação em todos os segmentos de mercado.

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5 motivos para adquirir uma solução de assinatura digital

Uma solução de assinatura digital demonstra e atesta a legitimidade legal de um documento eletrônico ou uma transação. Para isso, são usadas tecnologias de criptografia para garantir a autenticação, o não repúdio e a integridade de um documento comercial.

Desta forma, uma assinatura digital constitui um sistema de processos e mensagens para transmitir dados com segurança sobre as identidades das partes e o conteúdo do documento comercial.

Hoje, uma solução de assinatura digital é especialmente útil para o comércio eletrônico, no mercado financeiro, mercado da saúde e no fechamento de contratos de forma eletrônica, onde as transações ocorrem de forma totalmente digital, sem referência alguma aos meios tradicionais.

Mesmo entendendo todos esses conceitos, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre a aquisição de uma solução de assinatura digital. Para isso, elaboramos uma lista com 5 motivos estratégicos ao negócio para ajudar nessa decisão.

Solução de assinatura digital: sua empresa só tem a ganhar

As assinaturas eletrônicas não estão apenas tornando os processos e transações das empresas mais seguros, elas ganham em produtividade e estratégia de mercado. Acompanhe a nossa lista de motivos para adquirir uma solução de assinatura digital.

  1. Otimização de investimentos no core business da empresa

Investir em soluções de assinatura digital é muito mais que reduzir custos. É poder otimizar os investimentos no core business da empresa, de acordo com a economia gerada na aquisição de papel e suprimentos de impressão.

Muitas empresas não sabem o quanto gastam em impressão de documentos e quando fazem a migração para o meio digital, com a ajuda de soluções de assinatura digital, percebem o quanto podem direcionar seus investimentos para partes importantes do ciclo produtivo da organização.

  1. Validação Jurídica na emissão de documentos oficiais e transações eletrônicas

Como visto anteriormente, um dos principais usos da assinatura digital está ligada ao mercado financeiro e transações online. Por isso, um dos aspectos mais importantes em se adotar uma solução de assinatura digital tem relação a validação jurídica.

Ao utilizar assinatura digital a partir de uma fonte autorizada e confiável, sua empresa passa a ter a chancela do ITI, autarquia federal, ligada à Casa Civil da Presidência da República, que tem por missão principal manter e executar as políticas da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.

  1. Aumento de produtividade em sua empresa

Ao automatizar processos de negócio, migrando do papel para o meio digital as empresas ganham em produtividade. Utilizando uma solução de assinatura digital a validação de documentos e transações se torna ágil e eficiente nas principais operações da organização.

Vale destacar que o processo de validação de assinatura digital se torna automático quando se escolhe a ferramenta certa para fazer a comprovação da autenticação digital.

  1. Contribuição a sustentabilidade

Sim, ao adotar soluções de assinatura digital sua empresa também contribui para a sustentabilidade do planeta. Ao migrar para o meio digital as empresas reduzem a necessidade de papel e suprimentos que tanto agridem ao meio ambiente.

É uma forma de cada um fazer sua parte e mostrar ao mercado sua preocupação e investimentos no sócio-ambiental.

  1. Gestão de documentos e encontrabilidade

Ao fazer o gerenciamento de documentos corporativos de forma digital, sua empresa adota uma estratégia para gerenciar os arquivos da organização para que eles possam ser facilmente recuperados no caso de uma auditoria de conformidade ou questões judiciais.

O uso de uma solução de assinatura digital garante a autenticidade de documentos a exemplo de e-mail, fax, apresentações, entre outros documentos digitais.

Uma assinatura digital pode ser usada com qualquer tipo de mensagem, seja criptografada ou não, simplesmente para que o destinatário possa ter certeza da identidade do remetente e que a mensagem tenha chegado intacta.

Assim, assinaturas digitais tornam difícil para o signatário negar ter assinado algo (não-repúdio), assumindo que sua chave privada não tenha sido comprometida, já que a assinatura digital é única para ambos, o documento e o assinante, e os une.

Para isso, um certificado digital, um documento eletrônico que contém a assinatura digital da autoridade emissora de certificados, vincula uma chave pública a uma identidade e pode ser usado para verificar se uma chave pública pertence a uma pessoa ou entidade específica.

Adotar uma solução de assinatura digital é uma questão de segurança da informação

Assinaturas digitais são baseadas em criptografia de chave pública, também conhecida como criptografia assimétrica. Assim, elas resolvem mais do que apenas os problemas de armazenamento de papel, com as assinaturas eletrônicas é possível resolver problemas com a legitimidade e a autenticidade de documentos.

Em resumo, isso quer dizer que a adoção de assinaturas digitais aos processos produtivos da empresa, traz uma camada de segurança que impede eventuais incidentes que causam prejuízos financeiros e de imagem da organização.

O que achou de nossas dicas? Ainda ficou alguma dúvida sobre soluções de assinatura digital? Vale destacar ao final que um sistema seguro de autenticação de identidade e de transações garante a credibilidade de sua empresa junto ao mercado e seus consumidores.

Você pode entrar em contato com os consultores da E-VAL para tirar outras dúvidas e dar os primeiros passos para migrar a gestão de documentos para o meio digital com maior segurança. Assine nossa newsletter e fique por dentro de novidades sobre segurança e tecnologia

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Saiba como funciona a Assinatura Digital

Não confunda com certificado digital! Esse é o primeiro passo para saber como funciona a assinatura digital. Ela serve para validar a autenticidade e integridade de uma mensagem, software ou documento digital.

O equivalente a uma assinatura manuscrita ou selo carimbado, a assinatura digital oferece segurança e autenticidade no formato digital e destina-se a resolver problemas como adulteração e representação em comunicações digitais.

Mas se você ainda tem dúvidas sobre a eficiência da assinatura digital em seu negócio, confira este post e esclareça qualquer dificuldade sobre como ela funciona e as vantagens de adotar esse recurso em sua empresa.

O valor estratégico da assinatura digital para as empresas

Para as empresas, a assinatura digital fornece as garantias de evidência de origem, identidade e status de um documento eletrônico, transação ou mensagem, bem como o reconhecimento e autenticidade daquilo que foi assinado digitalmente.

Para se ter uma ideia da eficiência da assinatura digital para as empresas, nos Estados Unidos, as assinaturas digitais têm o mesmo significado legal que as formas mais tradicionais de documentos assinados.

O Escritório de Impressão do Governo dos Estados Unidos publica regularmente versões eletrônicas do orçamento, leis públicas e privadas e contas do Congresso com assinaturas digitais.

O que tem por trás da assinatura digital

Basicamente, as assinaturas digitais utilizam criptografia de chave pública ou assimétrica para serem criadas. Uma criptografia de chave pública envolve um par de chaves: uma pública e outra privada.

As duas chaves estão matematicamente relacionadas, a chave pública, como o nome já indica, está aberta e disponível para quem quiser. Ela pode, por exemplo, ser armazenada em um servidor de chaves públicas.

Por outro lado, a chave privada é mantida em um ambiente seguro da empresa, ela nunca será transmitida publicamente. O remetente de um documento eletrônico usa sua chave privada para cifra esse documento, esta é a assinatura digital.

Por fim, o receptor então decifra a assinatura com a chave pública para verificar se ela corresponde ao anexo. As chaves privadas são atribuídas especificamente e exclusivas para cada usuário, fornecendo autenticidade verificada à mensagem do remetente.

Somente a chave privada do remetente pode ser usada para criar a assinatura digital. A chave pública correspondente é usada para confirmar a assinatura digital, para isso, o certificado digital é utilizado.

O uso da assinatura digital otimiza investimentos e aumenta a produtividade

Uma assinatura digital pode ser usada com qualquer tipo de mensagem, seja ela criptografada ou não. Ela é utilizada simplesmente para que o destinatário possa ter certeza da identidade do remetente e que a mensagem tenha chegado intacta.

Desta forma, as assinaturas digitais tornam difícil para o “assinante” negar ter assinado algo (não-repúdio), já que a assinatura digital é única para ambos, o documento e o assinante.

O certificado digital contém a assinatura digital da autoridade emissora de certificados e vincula uma chave pública a uma identidade, podendo ser usado para verificar se uma chave pública pertence a uma pessoa ou entidade específica.

A maioria dos programas de e-mail, navegadores de Internet e leitores de texto, a exemplo do Adobe Reader, suporta o uso de assinaturas digitais e certificados digitais, facilitando a assinatura de qualquer e-mail de saída e a validação de mensagens recebidas ou outro tipo de arquivo assinadas digitalmente.

As assinaturas digitais também são amplamente usadas para fornecer provas de autenticidade, integridade de dados e não repúdio de comunicações e transações realizadas pela Internet.

É possível reduzir custos com assinatura digital

Ao migrar seus processos de negócio para o meio digital as empresas reduzem o consumo de papel e os custos ligados a impressão e transporte do documento. Essa estratégia permite, por exemplo, direcionar o que foi economizado para setores estratégicos da organização.

E ainda ampliar a produtividade

Além de otimizar os investimentos ao core business, o fato de reduzir os gastos de impressão e utilizar o meio digital para automatização de processos faz com que as empresas aumentem sua produtividade.

As organizações e seus funcionários deixam de executar processos manuais e podem focar em suas atividades principais sem que tenham que parar suas tarefas para imprimir documentos ou levar para diferentes departamentos, ou seja, é possível com a assinatura digital, alcançar ganhos estratégicos em toda a empresa.

Qualquer empresa pode utilizar uma assinatura digital?

Você pode estar pensando qualquer firma ou organização pode obter uma assinatura digital? Como ela é obtida? Será que vale a pena investir?

Para responder a essa pergunta, basta revisar os conceitos que vimos logo no início do artigo. Quando um usuário cria um documento, ele o assina com uma assinatura digital exclusiva e o envia ao destinatário.

Se a assinatura do remetente utilizar uma autoridade certificadora reconhecida, no caso do Brasil as que estão homologadas pelo ITI, dentro do ICP-Brasil, o destinatário confiará na autoridade  certificadora para confirmar a identidade do editor. Isso autentica a mensagem e fornece o não-repúdio.

Portanto, sim, qualquer pessoa, empresa, agência, etc. pode e deve obter uma assinatura digital. É uma questão de segurança estratégica da empresa. Existem várias empresas, conhecidas como autoridades certificadora (CA), que gerenciam a emissão de certificados digitais e homologadas pelo ITI.

Como você deve ter visto, as empresas só têm a ganhar ao adotar a assinatura digital em seus processos de negócios.

Em plena era da Transformação Digital adotar essa tecnologia faz com a empresa como um todo, fornecedores e clientes possam ser beneficiados com a eficiência estratégica em relação a venda de produtos e serviços.

Se ainda ficou alguma dúvida sobre o tema, entre em contato agora mesmo com a E-VAL. Os nossos especialistas estão prontos para ajudar a sanar suas dificuldades e iniciar seu projeto de adoção da assinatura digital.

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6 razões para começar a usar EKM o quanto antes

Antes de descrever as razões para começar a usar EKM (Enterprise Key Management), vale destacar que o objetivo do gerenciamento das chaves criptográficas consiste basicamente na administração de tarefas envolvidas com a proteção, o armazenamento, o backup e a organização de chaves de criptografia.

E para entender o objetivo do nosso artigo, é importante lembrar que além de suas funções ligadas à segurança da informação, outra razão que resultou no aumento do uso de criptografia nas empresas é atender a requisitos de conformidade regulamentar, a exemplo do padrão de segurança de dados do PCI.

Sendo assim, uma única empresa pode usar várias dezenas de ferramentas de criptografia diferentes e resultando em milhares de chaves criptográficas. Cada chave deve estar armazenada com segurança, protegida e recuperável.

O porquê da solução EKM

Explicar a você de forma clara e objetiva o porquê do desenvolvimento de uma solução para o gerenciamento das chaves criptográficas vai servir de base para justificar as razões para começar a usar EKM o quanto antes. Para isso, basta uma lista das principais características de funcionamento de uma chave criptográfica.

  • As chaves de criptografia utilizam-se de algoritmos para proteger seus dados. Existem dois tipos básicos de algoritmos criptográficos: simétrico (única chave) e assimétrico (um par de chaves).
  • Os algoritmos de chave simétrica usam uma única chave para proteger a comunicação e obter confidencialidade, integridade e autenticação. Uma chave privada é uma variável usada com um algoritmo para criptografar e decriptografar códigos. Enquanto o algoritmo não precisa ser mantido em segredo, o mesmo não se pode dizer da chave utilizada.
  • Por sua vez, os algoritmos assimétricos fornecem a cada usuário uma chave pública e uma chave privada. Os usuários podem distribuir livremente a chave pública, mantendo a chave privada em segredo. Esses pares de chaves atingem todos os quatro objetivos da criptografia: confidencialidade, integridade, autenticação e não-repúdio.
  • Uma infraestrutura de chave pública suporta a distribuição e a identificação de chaves de criptografia públicas, que permitem que usuários e computadores troquem dados com segurança por redes como a Internet e verifiquem a identidade da outra parte.

Caso você seja um simples usuário que utiliza esse recurso de segurança, essas características são transparentes. Porém, para quem faz a administração das ferramentas e chaves criptográficas em escala empresarial a gestão é um grande desafio.

Basta pensar que o gerenciamento de chaves significa proteger as chaves de criptografia contra perda, corrupção e acesso não autorizado. Muitos processos podem ser usados ​​para controlar o gerenciamento de chaves, incluindo alterar as chaves regularmente e gerenciar como as chaves são atribuídas e quem as recebe.

Além disso, as organizações devem avaliar se uma chave deve ser usada para todos os tipos de backup ou se cada tipo deve ter sua própria chave. E por fim, vale destacar que, quando chaves são perdidas ou corrompidas, isso pode levar à perda de acesso a sistemas e dados, bem como tornar um sistema completamente inútil.

Por essa razão vale investir em uma solução EKM, ou seja, uma ferramenta de gerenciamento das chaves criptográficas. As razões para começar a usar EKM são simples: fazer isso sem uso de ferramentas de software e com um número ilimitado de chaves de criptografia é praticamente impossível e totalmente improdutivo.

6 razões para começar a usar EKM

Diante dessa complexidade, o emprego de uma solução de EKM se torna essencial para armazenar, fazer backup de chaves de criptografia. Finalmente, vale apresentar algumas razões para começar a usar EKM.

  1. Proteger dados sensíveis contra o acesso indevido;
  2. Minimizar impactos em caso de vazamento de dados;
  3. Aplicar a criptografia sem uma solução para gerenciar as chaves pode aumentar os riscos de perda das chaves;
  4. Evitar falhas humanas sobre a guarda das chaves;
  5. Gerenciar, armazenar, distribuir chaves criptográficas através da ferramenta;
  6. Diminuir custos operacionais.

E como foi dito anteriormente, o emprego de uma solução de gerenciamento de chaves criptográficas auxilia processos vinculados a conformidade em diversos setores, a exemplo do mercado financeiro e saúde, duas áreas com forte regulamentação e que dependem do uso de criptografia para manter seus dados seguros.

Por fim, o uso de uma solução EKM permite implantar boas práticas para apoiar profissionais de segurança na estratégia de gerenciamento de chaves de criptografia.

Em grandes empresas, os principais processos de gerenciamento devem ser capazes de serem distribuídos em várias funções de negócios com os mesmos padrões, regras e níveis de qualidade. Desta forma, recursos como uma solução EKM cada vez mais apoiam empresas e gestores de TI nos processos definidos para garantir a proteção de dados.

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10 cuidados que você e sua empresa devem ter ao escolher uma solução de assinatura digital

O mundo tradicional baseado em papel está sendo deixado de lado através dos processos digitais e solução de assinatura digital em muitos setores importantes, incluindo o setor financeiro, imobiliário, saúde, contabilidade, construção, entre outros.

Para isso, uma ampla variedade de soluções de assinatura digital passou a ser oferecida no mercado, visando evitar falsificações e adulterações. A assinatura digital fornece integridade de dados para provar que o documento não foi modificado e a autenticação necessária para identificar quem o assinou.

No entanto, escolher a solução de assinatura eletrônica certa para o seu negócio pode ser um grande desafio. Pensando nisso, fizemos uma lista com 10 recomendações que você deve considerar em sua decisão.

10 recomendações ao escolher solução de assinatura digital

  1. Usabilidade é o primeiro passo

Uma das principais coisas a considerar ao escolher uma solução de assinatura eletrônica é a facilidade de uso. Escolha um software que seja simples e intuitivo: um que seja projetado para oferecer uma experiência positiva para o cliente cada vez que for utilizado.

  1. Verifique se a solução tem validade jurídica

Para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, bem como a realização de transações eletrônicas seguras, é necessário utilizar uma assinatura digital com seu respectivo certificado digital, proveniente sempre de uma fonte autorizada e confiável.

Por essa razão, na escolha da solução de assinatura digital é preciso verificar o suporte da ferramenta aos fatores técnicos que possam garantir a validade jurídica da assinatura digital. É preciso garantir características fundamentais de validade jurídica, não repúdio de autoria e integridade do conteúdo

  1. A validade jurídica garantida pelo ITI

Complementando a recomendação anterior, além da preocupação com a validade jurídica é preciso ficar atento se a solução de assinatura digital tem a chancela do ITI, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação.

O ITI é uma autarquia federal, ligada à Casa Civil da Presidência da República, que tem por missão principal manter e executar as políticas da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Ao ITI compete a responsabilidade de ser a primeira autoridade da cadeia de certificação digital.

  1. Experiência da empresa no desenvolvimento de projetos de certificação digital

Outro fator importante na escolha da solução de assinatura digital tem relação com o fornecedor. É preciso verificar sua experiência em projetos de certificação digital de forma a garantir que a solução além de ter a validade jurídica, ela também se adapte às necessidades da empresa. Lembrando que a assinatura digital é utilizada em diferentes segmentos do mercado e aplicada a variados processos de uso.

  1. Verificar a possibilidade de integração entre a solução e o seu sistema

Como foi dito na recomendação anterior, assinatura e certificados digitais já foram incorporados a diferentes processos em empresas de diferentes segmentos. Isso quer dizer que a solução de assinatura digital deve ser flexível suficiente para ser integrada aos sistemas internos, auxiliando no ciclo produtivo das empresas.

  1. Comparar o volume de assinaturas da sua empresa com a capacidade da solução

Ter em mente as necessidades da empresa faz com que se tenha os requisitos a serem atendidos pela solução de assinatura digital. E um dos pontos fundamentais é a capacidade de assinaturas suportada pelo software e o volume a ser usado pela empresa. Essa compatibilidade se torna fundamental na otimização dos investimentos a serem feitos pelas empresas na escolha da ferramenta.

  1. Analisar quais atualizações ou adaptações serão necessárias para receber a solução na empresa

Voltando a falar sobre capacidade de adaptação entre solução de assinatura digital e sistemas internos, vale analisar quais são os impactos na integração das soluções e suas futuras atualizações. Mudanças de requisitos ou correções de bugs costumam impactar diretamente a integração de softwares de diferentes fornecedores, comprometendo a execução de importantes atividades nas empresas.

  1. Aceitação de clientes

Apesar de aparentemente ser um requisito ou uma demanda entre sua empresa e seus clientes, a solução de assinatura digital precisa se adaptar a situações em que uma das partes não aceitem documentos assinados digitalmente. A ideia é fazer o tratamento de exceções de forma amigável aos usuários. Esse tratamento pode ser incorporado a um processo interno da empresa.

  1. Pesquisar quais outros clientes a empresa fornecedora atende

Mais uma vez a experiência é levada em consideração nessa recomendação. A reputação no mercado se torna um requisito a ser verificado pelo comprador da solução de assinatura digital. Verifique se existem reclamações e a forma como elas são tratadas. Aproveite a experiência de outros clientes para fazer a sua escolha.

  1. Analise o pós-vendas e suporte do fornecedor da solução

A última recomendação é muitas vezes ignorada por grande parte das empresas e isso causa uma grande dor de cabeça aos gestores.

Não basta atender a todos as recomendações descritas anteriormente se no momento mais crítico o fornecedor da solução de assinatura digital deixa sua empresa na ‘mão’. O suporte e pós-venda são fundamentais no tratamento de problemas e dúvidas dos usuários da solução.

O que achou de nossas dicas? Elas são a base que você precisa para fazer a escolha da melhor solução de assinatura digital para sua empresa. Lembre-se sempre que você está fazendo o investimento em um software para melhorar seu processo produtivo, sua escolha precisa ser estratégica e sempre ampliando a produtividade dos funcionários e trazendo resultados positivos para a organização.

Você ainda ficou com dúvidas sobre como fazer a melhor escolha da solução de assinatura eletrônica ou de assinatura digital? entre em contato com E-VAL, temos um time de especialistas para ajudá-lo.

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