0
1
0
1
1
0
1
0

Categoria: blog

Home Category : blog

Criptografia para registros financeiros e dados de pagamento

Atualmente, enormes quantidades de dados eletrônicos pessoais e financeiros, além de fluxos de moeda digital em ecossistemas de pagamentos, fazem parte de nossas rotinas, à medida que bilhões de transações são processadas.

Por essa razão, a criptografia se tornou algo tão vital para as nossas movimentações financeiras e informações pessoais.

Sistema de pagamento online seguro requer criptografia de ponta a ponta

Como você deve saber, o ecossistema de pagamentos online é o principal alvo dos cibercriminosos. A criptografia é necessária justamente para manter a integridade das transações interbancárias, em lojas virtuais ou outras plataformas de venda de produtos e serviços pela internet.

Talvez o que você ainda não saiba é o impacto do roubo de dados pessoais. O acesso a informações confidenciais de forma ilegal movimenta bilhões de dólares todos os anos.

Por padrão, a infraestrutura de pagamentos é um alvo muito visado por hackers. Porém, esse cenário se altera pela inclusão dos ataques virtuais às redes sociais ou por meio de outros sites que tenham grandes quantidades de usuários e armazenem informações pessoais.

Normalmente, quando um consumidor informa os dados do seu cartão de crédito ou débito para fazer uma compra, eles ficam abertos quando deixam o terminal do comerciante e não são protegidos até serem criptografados em um gateway na plataforma de processamento.

Esse é um modelo de segurança que coloca os dados do portador do cartão em risco, caso caia nas mãos de cibercriminosos, que usam métodos como malwares de rede. Ele também coloca todo o ecossistema de pagamentos em risco.

No caso de uma violação de dados bem-sucedida, os comerciantes enfrentam repercussões financeiras e de reputação junto aos consumidores e ao próprio mercado.

Desta forma, a criptografia sobre registros financeiros e dados é um dos principais recursos para garantir um sistema online seguro, principalmente quando implementada de ponta a ponta em um processo de pagamento ou no tráfego de dados pessoais ou confidenciais.

Recentemente houve um vazamento de dados enorme, no qual foi reportado que dados de aproximadamente 800 milhões de conta de e-mail foram roubados e se você quiser verificar se dados do seu e-mail também foram roubados, verifique em: https://haveibeenpwned.com

Segurança pode ser aprimorada, mas precisa ser prioridade

Embora as soluções tecnológicas sejam fundamentais para proteger o sistema de pagamentos, a colaboração da indústria também é um componente integral na luta coletiva contra o cibercrime.

As organizações precisam priorizar a segurança por vários motivos:

  • a facilidade de compra e uso de serviços na internet gerou um grande tráfego de transações, composto, principalmente, por dados pessoais e de pagamento;

  • ainda falta criptografia de dados quando informações importantes são armazenadas na nuvem;

  • o aumento considerável de aplicativos mobile desenvolvidos e implantados na nuvem criou oportunidades de negócios, mas muitas organizações ainda aprendem sobre a necessidade de proteger dispositivos contra vulnerabilidades de segurança;

  • muitas organizações ainda estabelecem parcerias com provedores de serviços sem investirem em políticas e processos de segurança com o objetivo de proteger os usuários e seus dados pessoais e de pagamento.

O resultado deste cenário é um grande aumento de incidentes de segurança e roubo de dados, resultando em implicações financeiras, regulatórias, legais, operacionais e de comprometimento de marca.

Solução está disponível para todos

Apesar do risco de ataques virtuais e roubo de dados, a solução está disponível.

As empresas precisam se tornar proativas na redução de ameaças de segurança na medida em que aceleram sua jornada para a transformação digital, adotando plataformas flexíveis, escaláveis e dinâmicas no gerenciamento de produtos e serviços disponíveis na internet.

Os tomadores de decisão — não apenas os profissionais de TI, mas especialmente os executivos — também precisam entender e se comprometer com a responsabilidade compartilhada em relação à segurança da informação.

Criptografia de registros financeiros podem ajudar na segurança dos processos de pagamento

A tokenização e a criptografia de dados para pagamento são exemplos de tecnologias de segurança que são fortes e desempenham papéis importantes na limitação dos atuais ataques virtuais e roubos de informações que acontecem no mercado digital.

A tecnologia de tokenização, por exemplo, substitui informações confidenciais — como um número de cartão de crédito — por um valor ou “token” sem sentido que pode ser armazenado em um banco de dados. Ele geralmente tem o mesmo formato, de forma que permaneça compatível com os sistemas atuais de processamento de cartões.

A criptografia vai além, mantendo todas as informações fora dos sistemas comerciais e criptografando totalmente a cadeia de transações do terminal para o banco. Assim, quando um cliente informa seus dados de pagamento ou um colaborador passa um cartão de crédito em um terminal, eles são criptografados e só podem ser abertos com o uso de uma chave.

A tokenização e a criptografia de dados são ferramentas valiosas na proteção de dados sensíveis de transações com cartões. Tratam-se soluções que, quando implementadas de forma eficiente, podem fornecer o maior nível de confidencialidade nas transações financeiras e no envio de informações pessoais.

Para saber mais sobre criptografia e proteção de dados, siga a nossa página no LinkedIn e continue nos acompanhando aqui no blog.

Leia mais
O que fazer em caso de violação de dados?

As informações mais comprometidas em uma violação de dados são as pessoais, como números de cartão de crédito, CPFs e históricos de assistência médica, e as corporativas, como listas de clientes, processos de fabricação e código-fonte de softwares.

O acesso não autorizado a essas informações caracteriza uma clara violação de dados, resultando em roubo de identidade ou violação de requisitos de conformidade frente ao governo ou a setores regulatórios. Incidentes como esse levam as empresas a sofrerem multas e outros litígios civis, além, é claro, de perdas de dinheiro e de credibilidade.

O problema é que qualquer empresa pode sofrer ataques virtuais atualmente. Por mais que ações preventivas sejam tomadas, a grande questão levantada — e que deve ser uma prioridade para organizações de diferentes tamanhos e setores — é: o que fazer em caso de violação de dados?

Recentemente houve um vazamento de dados enorme, no qual foi reportado que dados de aproximadamente 800 milhões de conta de e-mail foram roubados e se você quiser verificar se dados do seu e-mail também foram roubados, verifique em: https://haveibeenpwned.com.

Principais causas de violação de dados

Uma ideia comum é que a violação de dados se caracteriza como um invasor atacando um site corporativo e roubando informações confidenciais. No entanto, nem tudo acontece dessa forma.

Para você ter uma ideia, basta um funcionário não autorizado visualizar as informações pessoais de um cliente na tela do computador um autorizado para constituir uma violação de dados.

O roubo ou a violação de dados acontece por diferentes motivos:

  • senhas fracas;
  • correções de software que são exploradas;
  • computadores e dispositivos móveis roubados ou perdidos.
  • usuários se conectam a redes sem fio não autorizadas;
  • engenharia social, especialmente ataques realizados por e-mail phishing;
  • infecções por malware.

Os criminosos podem usar as credenciais obtidas por meio de seus ataques para entrar em sistemas e registros confidenciais — acesso que, muitas vezes, não é detectado por meses, se não indefinidamente.

Além disso, invasores podem segmentar seus ataques por meio de parceiros de negócios para obter acesso a grandes organizações. Tais incidentes geralmente envolvem hackers comprometendo empresas menos seguras para obter acesso ao alvo principal.

A prevenção ainda é o melhor remédio

Garantir um ambiente completamente seguro é um grande desafio.

Atualmente, temos diversos recursos e tecnologias que conseguem minimizar consideravelmente o risco de ataques. Porém, esse é um ambiente muito dinâmico em diferentes aspectos que possibilitam os ataques virtuais. Por essa razão, a prevenção é o melhor caminho.

Os meios mais razoáveis ​​para impedir violações de dados envolvem práticas de segurança e bom senso. Isso inclui noções básicas de segurança bem conhecidas:

  • realizar testes contínuos de vulnerabilidade e penetração;
  • aplicar proteção contra malwares;
  • usar senhas fortes;
  • aplicar os patches de software necessários em todos os sistemas;
  • usar criptografia em dados confidenciais.

Medidas adicionais para prevenir as violações e minimizar o impacto incluem políticas de segurança bem escritas para os funcionários e treinamentos contínuos para promovê-las.

Além disso, as organizações devem ter um plano de resposta a incidentes que possa ser implementado no caso de uma invasão ou violação. Ele deve incluir um processo formal para identificar, conter e quantificar um incidente de segurança.

Como lidar com as consequências

Considerando que uma violação de dados pode acontecer em qualquer empresa e a qualquer momento, um plano de ação é a melhor tática.

O problema mais básico é que as pessoas ainda não consideram os ataques cibernéticos como inevitáveis, porque acreditam que suas defesas são boas o suficiente ou não acham que serão alvos.

Outro problema é que as organizações não entendem o verdadeiro valor dos planos eficazes de resposta a incidentes. Isso significa que elas podem levar semanas para entender o que aconteceu.

As etapas recomendadas durante uma violação de dados são:

  • identificação do que acontece;
  • reunião de todos os setores relacionados;
  • colocar as coisas sob controle;
  • redução dos efeitos colaterais;
  • gestão da comunicação externa;
  • recuperação das operações de negócios;
  • identificação das lições aprendidas;
  • melhoria dos processos.

A prioridade é interromper a violação de dados confidenciais, garantindo que todos os recursos necessários estejam disponíveis para impedir qualquer perda adicional de informações.

Identificação

Entenda o que aconteceu — como os invasores entraram ou como os dados foram divulgados — e certifique-se de que não há vazamento.

Saber qual é a sua situação, definir a postura a ser adotada e ser capaz de tomar as ações necessárias a partir dessa posição são os primeiros passos a serem dados.

Contenção

Os atacantes vieram de fora? Garantir que nada mais saia da empresa também deve ser um dos estágios iniciais da resposta aos incidentes. As próximas ações serão executadas a partir desse ponto.

Erradicação

Lide com o problema, focando na remoção e na restauração dos sistemas afetados.

Assegure que sejam tomadas medidas para remover material malicioso e outros conteúdos ilícitos, fazendo, por exemplo, uma recriação completa do disco rígido e verificando os sistemas e arquivos afetados com o software antimalware.

Comunicação

O próximo passo é alinhar os discursos quando se trata da comunicação externa.

A política de TI deve incluir cuidados relacionados às redes sociais e aos demais canais de comunicação da organização. Toda informação relacionada ao problema deve sair por um lugar só, sempre alinhada com as ações realizadas pela empresa.

É muito comum, atualmente, incluir o setor jurídico da organização nas questões de comunicação e no tratamento das situações junto aos clientes e órgãos oficiais.

No site da saferweb, que é um associação civil com foco na promoção e defesa dos Direitos Humanos na Internet no Brasil, você pode encontrar uma relação de delegacias de crimes virtuais para fazer a denúncia.

Além dos órgãos oficiais, lembre-se de avisar quem foi afetado pelo vazamento, sejam colaboradores, fornecedores ou mesmo clientes.

Não se esqueça que a lei geral de proteção de dados LGPD também trata desse assunto.

Lições aprendidas

Se a sua empresa conseguiu resolver o problema de violação de dados e se recuperar rapidamente, então ela está no caminho certo para restaurar os negócios e minimizar os impactos.

Porém, em alguns casos, o problema chega até a imprensa e toma uma proporção maior, afetando a reputação e os negócios da empresa. Siga as nossas dicas e os exemplos de outras organizações que já enfrentaram situações semelhantes, entendendo o que deu errado e certificando-se de que você tem as melhores táticas para evitar uma recorrência.

Outra dica importante é assinar nossa newsletter e ficar por dentro das novidades!

Leia mais
Por que o gerenciamento de chaves parece ser tão difícil?

A proteção de dados leva as empresas a implementarem várias soluções de criptografia. Nesse sentido, um aspecto que não pode ser negligenciado Ã© a necessidade de um gerenciamento de chaves adequado.

Descuidos acontecem principalmente por conta do uso generalizado da criptografia em virtude dos requisitos de governança e conformidade. Isso mostra que avançamos quanto à preocupação com a proteção de dados, mas expõe o grande desafio que é o gerenciamento de chaves.

Afinal é comum gerenciar chaves em planilhas excel, o que pode trazer um grande risco para as organizações, pois na perda do controle, ou mesmo na perda de chaves criptográficas podem fazer a empresa perder seus dados.

Principais desafios do gerenciamento de chaves

O gerenciamento é vital para o uso efetivo da criptografia. A perda ou a corrupção das chaves pode levar à perda de acesso a sistemas e torná-los completamente inutilizáveis.

O gerenciamento de chaves é um desafio que aumenta de acordo com o tamanho e a complexidade do seu ambiente. Quanto maior for a sua base de usuários, mais difícil será fazer uma gestão eficiente.

Alguns dos maiores desafios envolvem:

Treinamento e aceitação dos usuários

Os usuários não gostam de mudanças. Embora não seja realmente parte do processo de gerenciamento de chaves, a aceitação deles pode ser um grande impedimento para o sucesso de um projeto.

Portanto, é preciso mapear o impacto da adoção e do uso da criptografia em seu ciclo produtivo e as dificuldades na recuperação ou redefinição das chaves ou senhas.

Ouça o feedback dos usuários e desenvolva um treinamento apropriado para abordar as preocupações ou dificuldades específicas deles. Desenvolva benchmarks de sistema para verificar o desempenho antes e depois de o produto ser implementado.

Em outras palavras, gerencie as expectativas dos usuários.

Administração do sistema, manutenção e recuperação de chaves

Esses problemas podem ter um grande impacto sobre a organização e devem ser endereçados ao fornecedor antes de sua compra. Em uma escala empresarial, o gerenciamento manual de chaves simplesmente não é viável.

Idealmente, o gerenciamento deve se integrar à infraestrutura existente, ao mesmo tempo em que fornece administração fácil, entrega e recuperação de chaves seguras.

A recuperação é um processo fundamental, principalmente em situações como a de um colaborador que deixa a organização sem uma devolução adequada ou quando uma chave é danificada e não pode mais ser usada. Também deve ser um processo simples, porém muito seguro.

No gerenciamento, o procedimento de geração deve ser restrito a uma pessoa. Na prática, temos, por exemplo, o processo de um produto que permite que uma chave de recuperação seja dividida em várias partes.

A partir daí as partes individuais da chave de recuperação podem ser distribuídas para diferentes agentes de segurança. Os proprietários devem estar presentes quando ela Ã© usada. Esse processo é simples, mas seguro, porque requer que várias partes recriem a chave.

Além disso, as senhas esquecidas podem criar um impacto adicional junto à equipe de suporte. Assim, o processo não deve ser apenas simples, mas também flexível. Colaboradores remotos e fora da rede precisam ser considerados, bem como os internos. Neste caso, a recuperação de chave remota é um recurso indispensável.

Melhores práticas

Ao lidar com problemas no gerenciamento de chaves, a quem as organizações podem procurar para obter ajuda?

As especificidades do gerenciamento de chaves são amplamente tratadas pelos softwares criptográficos, em que os padrões e as melhores práticas estão bem estabelecidos.

Além disso, a exemplo do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) e do Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), são desenvolvidos padrões para agências governamentais que podem ser aplicados em qualquer comunidade empresarial. Geralmente, esse é um bom ponto de partida ao discutir produtos de criptografia com seus fornecedores.

Enquanto isso, aqui estão algumas práticas recomendadas do setor para você começar:

  • a usabilidade e a escalabilidade do gerenciamento de chaves corporativas devem ser o foco principal na análise de produtos. A capacidade de alavancar os ativos existentes deve desempenhar um papel importante na tomada de decisões. A integração com um ambiente para autenticação reduzirá os custos e eliminará a necessidade de sistemas redundantes;

  • a autenticação de dois fatores é uma medida de segurança necessária para organizações financeiras. Devido ao maior poder de processamento e às capacidades dos computadores atuais, a força das senhas sozinha não é mais suficiente.

Gerenciamento significa proteger as chaves de criptografia contra perda, corrupção e acesso não autorizado. Por isso, ao final dos procedimentos e das técnicas aplicadas ao processo de gestão, é preciso garantir:

  • que as chaves são mantidas com segurança;

  • que elas passam por procedimentos de mudanças regularmente;

  • que o gerenciamento inclui para quem as chaves são atribuídas.

Uma vez que as chaves existentes tenham sido controladas, as políticas e os processos de provisionamento, monitoramento, auditoria e encerramento precisam ser rigorosamente aplicados. Por isso, o uso de ferramentas automatizadas pode aliviar muito a carga da responsabilidade.

Por fim, profissionais de segurança da informação, de infraestrutura, de banco de dados, desenvolvedores e outros profissionais que precisam usar chaves de criptografia devem ser treinados, já que a falta de conscientização sobre os riscos de falhas na proteção é um dos principais fatores para problemas. Se não houver controle sobre o acesso, não haverá segurança. 

Para mais informações sobre gerenciamento de chaves, assine a nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

Leia mais
Criptografia nativa é a melhor forma de proteger dados?

Nos últimos anos, os fornecedores do mercado de armazenamento de dados passaram dar maior atenção à utilização do Key Management Interoperability Protocol (KMIP) em suas soluções para integração com gerenciadores de chaves de criptografia.

Dois dos motivos para isso são a necessidade de adequação às regulamentações a respeito de privacidade de dados e os próprios benefícios proporcionados pelas soluções de Enterprise Key Management (EKM) para empresas.

Saiba quais são esses benefícios:

Aplicação de boas práticas em segurança da informação

A definição daquilo que é adequado ou suficiente para o atendimento de demandas regulatórias sobre privacidade de dados varia muito nas empresas. Muitas soluções oferecem internamente suporte à criptografia e ao gerenciamento de chaves. Dependendo do contexto, isso pode ser suficiente.

No entanto, a adoção deste modelo pode comprometer a segurança dos dados, considerando que a chave de criptografia responsável pela proteção deles está inserida na própria solução de armazenamento.

Além disso, é comum encontrarmos cenários com vários fornecedores de solução de armazenamento, onde cada um programa seus modelos de gerenciamento de chaves. Isso pode levar a erros humanos e comprometer a própria disponibilidade dos dados, em caso de uma operação malsucedida de criptografia.

A utilização de uma solução de gerenciamento de chaves externa provê a adequada segregação de papéis, além de oferecer um modelo padronizado para todos os processos de criptografia.

Adicionalmente, essas soluções costumam oferecer certificações internacionais de implementação de algoritmos de criptografia, impedindo, por exemplo, o uso algoritmos ou de tamanhos de chaves considerados fracos, no site da owasp é possível encontrar um guia de criptografia bem interessante, no qual não é recomendado a utilização de algoritmos de hash MD-5, SHA-0, SHA-1 e algoritmo de criptografia simétrica DES.

Além disso, é possível acoplar às soluções de gerenciamento de chaves equipamentos destinados à proteção com elevado nível de segurança, como os Hardware Secure Modules (HSMs) e Enterprise Key Management (EKM), de forma centralizada para todos os sistemas de armazenamento de dados da organização.

Capacidade de gerenciar o ciclo de vida de chaves

Normalmente, soluções que oferecem recursos de criptografia não se preocupam com o ciclo de vida de uma chave — por exemplo, validade, ativação, desativação, troca com preservação dos processos já cifrados e destruição.

A utilização da mesma chave de criptografia por um longo período é inadequada, pois compromete a segurança, em caso de vazamento de informações.

Uma solução de gerenciamento, além de oferecer os requisitos necessários para todo o ciclo de vida de chaves, apresenta estes recursos em uma interface amigável, a partir de uma console centralizada, inclusive definindo perfis de acesso a partir da integração com uma base Lightweight Directory Access Protocol (LDAP).

Flexibilidade de implementação

A decisão de manter as aplicações em infraestrutura própria ou migrar para um data center externo depende de diversos fatores.

Se a solução de gerenciamento de chaves estiver acoplada ao sistema de armazenamento, a decisão de manter internamente ou migrar para nuvem deve levar isso em consideração.

Capacidade de gerar relatórios de auditoria

Para estes casos, é necessário oferecer informações com alto nível de confiança e acesso às chaves — detalhando quem acessou, o horário do evento e o sucesso ou a falha da operação.

Além disso, os mecanismos de alerta podem notificar a equipe caso surjam problemas com o equipamento de gerenciamento de chaves ou com outros dispositivos que se comunicam com o gerenciador.

Um dos principais benefícios de um sistema de gerenciamento de chave externo é sua capacidade de aperfeiçoar os relatórios de auditoria.

Tentar provar para um auditor de conformidade externo que as chaves são seguras, protegidas e têm fortes controles de acesso seria muito mais difícil com um armazenamento nativo, especialmente se houver mais de uma solução. Isso também exigira que todos os sistemas fossem auditados individualmente.

Segregação de perfis

Os sistemas de gerenciamento de chave externos têm a capacidade de definir permissões para os administradores usuários que farão uso das chaves.

Um exemplo comum disso é a capacidade de permitir que um administrador crie uma chave, mas não possa usá-la para cifrar ou decifrar, utilizando atributos de usuário LDAP ou Active Directory (AD).

Normalmente, a criptografia própria dos sistemas não tem esse nível de granularidade nas funções administrativas e o administrador de armazenamento também é o responsável pela chave.

Variedade de sistemas onde os dados sensíveis podem estar armazenados

Dos CRMs, Sistemas de Arquivo, Maquinas Virtuais, bases de dados estruturadas ou não, há a possibilidade de existirem informações que precisam de criptografia para evitar exposição, em caso de uma falha de segurança.

O gerenciador de dados externo, com capacidade de integração com protocolos abertos, oferece o recurso necessário para atender uma variada gama de ambientes.

Há pelo menos quatro perspectivas que podem ser abordadas sobre a localização do dado a ser protegido: sistema de arquivos, sistema operacional, banco de dados e memória. O esforço de implementação de criptografia aumenta nesta ordem e excede a complexidade, considerando a variedade de ambientes e sistemas no fluxo fim-a-fim do dado a ser protegido.

Como você deve ter percebido, a criptografia nativa não é necessariamente a melhor forma de proteger dados. Se ainda restaram dúvidas a respeito desse assunto, deixe as suas perguntas nos comentários. Teremos o maior prazer em respondê-las.

Leia mais
5 motivos para adquirir uma assinatura digital para o PEP

Basicamente, o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma coleção de informações relacionadas à saúde, documentada no formato digital e mantida por instituições, seja hospitais ou clínicas. Em outras palavras, é uma versão moderna do registro médico tradicional de um indivíduo.

O PEP é um registro médico dentro de uma instalação de saúde, como um consultório ou uma clínica, mas pode ser compartilhado entre várias instituições.

Por conter informações detalhadas e sensíveis a respeito de saúde, ele não pode ficar livre ou cair em mãos erradas. É nesse momento que entra a assinatura digital, que é o assunto do nosso post de hoje.

O PEP e o histórico médico digital

Os dados mantidos em um PEP variam de uma pessoa para outra e de um sistema para outro, mas as informações típicas são:

  • visitas a profissionais de saúde;
  • histórico de alergias;
  • história de família;
  • imunizações;
  • condições ou doenças atuais;
  • lista de medicamentos tomados;
  • registros de hospitalização;
  • cirurgias ou procedimentos realizados.

Ao implementar um PEP, os dados do paciente podem ser rastreados por um longo período por vários profissionais de saúde. Isso ajuda a identificar, por meio do histórico, a necessidade de realizar check-ups, exames preventivos e leituras de pressão arterial, entre outros procedimentos importantes.

O objetivo é ajudar as organizações a oferecerem cuidados eficientes e precisos. Na prática, o PEP oferece diversos benefícios. Para você ter uma ideia, separamos os principais:

Redução de custos

O uso do PEP contribui diretamente para a redução de despesas. A decisão de usar um prontuário eletrônico em vez de registros em papel pode resultar em um retorno do seu investimento financeiro.

Além disso, o PEP ajuda na melhoria da eficiência de diagnósticos, economizando diretamente em gastos com medicamentos e exames, além de diminuir os erros de faturamento durante a gestão hospitalar.

Capacidade de compartilhar e atualizar o histórico médico

A possibilidade de compartilhamento do histórico do paciente com outros médicos ou outras instituições de saúde, desde que permitido, traz diversas vantagens para o tratamento do doente e o atendimento.

Com esse compartilhamento, é possível, por exemplo, ser mais preciso no diagnóstico e nos procedimentos médicos, padronizar o atendimento e diminuir o tempo dele.

Apesar dos importantes benefícios associados ao PEP, existe um grande risco em relação à proteção de dados, em especial às informações médicas confidenciais de pacientes.

A extensão do vazamento de dados, de forma inadvertida ou maliciosa, possibilita fraude médica e financeira, exigindo, assim, medidas que possam garantir o controle do acesso à informação por parte dos prestadores de serviços de saúde e das seguradoras, além de punição para os infratores.

5 motivos principais para adquirir assinatura digital para PEP

A tecnologia de assinatura digital, comum em empresas jurídicas e financeiras, se destaca também na assistência médica. Ela melhora a segurança dos pacientes e de seus procedimentos, podendo ser conectada ao fluxo de trabalho, bem como aos sistemas para entrada de pedidos, prescrição eletrônica, admissão, alta e transferência.

A assinatura digital converge com os benefícios associados ao PEP. Por isso, existem alguns motivos principais para adquiri-la, tais como:

  1. Embasamento jurídico;
    1. MP 2.200/01: regulamenta o uso do certificado digital ICP-Brasil;
    2. Suporte pela Resoluções CFM 1821/07, CFO 91/09 e COFEN 429/12: que atendam ao nível 2 (NGS-2) do Manual de certificação SBIS.
  2. Aderência ao manual da SBIS;
    1. Manual SBIS 4.2/2016 – Requisitos NGS-2: Certificado Digital, Autenticação por Certificado Digital, Assinatura Digital, Digitalização de Documentos, Carimbo de Tempo, Impressão de Registro Assinado Digitalmente – que viabilizam a eliminação do papel
  3. Redução de custos;
  4. Satisfação do cliente;
    1. Maior tempo dedicado ao atendimento;
    2. Melhoria na segurança do paciente;
    3. Redução no tempo de atendimento.
  5. Melhoria da qualidade;
    1. Maior aderência aos processos e protocolos;
    2. Utilização de soluções que passaram por processos de certificações reconhecidos ou certificadas ICP-Brasil, CMMI e SBIS.
    3. Interoperabilidade das informações;
    4. Requisitos/auxílio na obtenção certificações e acreditações (ONA, JCI, HYMSS, entre outras).

Reconhecidas como equivalentes às versões em papel, as assinaturas eletrônicas reduzem consideravelmente o consumo, integrando a tecnologia em programas de conformidade de padrões de acreditação.

Desta forma, as assinaturas eletrônicas resolvem mais do que apenas os problemas de gasto e armazenamento de papel: elas trazem segurança ao autenticar o conteúdo e a autoria do documento, certificando que nenhuma alteração foi feita desde que a informação do paciente foi produzida por meio do PEP.

O impacto na segurança de dados para o PEP e para o negócio

A segurança de dados em saúde envolve todos os esforços para proteger as informações confidenciais de pacientes. Para isso, adota tecnologias de assinatura e certificação digital, criptografia, anti-vírus e firewalls.

As assinaturas digitais fornecem as garantias necessárias para evidenciar origem, identidade e status de um documento eletrônico, transação ou mensagem. Além disso, podem reconhecer o consentimento do signatário.

Baseada em criptografia de chave pública, a assinatura digital é uma maneira de verificar a identidade da entidade que a assina e se ela está de fato associada ao documento assinado. Assim, garante segurança a quem se destina o registro enviado.

Na medida em que tecnologias como a assinatura digital são adotadas na otimização dos procedimentos médicos, as instituições de saúde, os órgãos regulatórios e os pacientes têm a proteção necessária contra ataques, roubos e sequestros de dados.

A E-VAL é uma empresa especializada em certificação digital, segurança da informação, desenvolvimento de software e business intelligence que se consolidou no mercado de tecnologia e acompanha a evolução do uso da criptografia no Brasil.

Deixe as suas dúvidas nos comentários! Os especialistas da E-VAL responderão suas perguntas, contribuindo para o desenvolvimento dos seus projetos de inovação e a melhoria contínua da sua empresa.

Leia mais
Relatório: como o mercado está investindo em Gerenciamento de chaves

O gerenciamento de chaves significa proteger as chaves de criptografia contra perda, corrupção e acesso não autorizado.

A importância do gerenciamento de chaves de criptografia deve ser uma prioridade. Quando as chaves são perdidas ou corrompidas, isso pode levar à perda de acesso a sistemas e dados, bem como tornar um sistema completamente inútil.

Por esse motivo, cresce no mercado a necessidade de se investir em processos e ferramentas que fazem o gerenciamento de chaves para as empresas, independente do segmento de mercado ou tamanho.

O gerenciamento de chaves e o mercado

O aumento das complexidades no gerenciamento de dados e no cumprimento das regulamentações do governo aumentou a necessidade de ampliar a segurança corporativa em vários setores.

Isso levou à adoção generalizada de soluções de gerenciamento de chaves corporativas. Em virtude desse cenário, o aumento na taxa global de adoção de gerenciamento de chaves corporativas no segmento de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) já era esperado, é provável que esse mercado ganhe cada vez mais força.

Para se ter uma ideia, a América do Norte deverá dominar o mercado de gerenciamento de chaves corporativas durante até o ano 2022 em virtude de ter a maior fatia de mercado.

A realidade mostra que o aumento dos desafios de segurança de dados, juntamente com a necessidade de atender aos rígidos regulamentos de conformidade, está impulsionando a adoção de soluções de gerenciamento de chaves corporativas nas organizações norte-americanas.

Esse cenário de crescimento também atinge a região Ásia-Pacífico (APAC) que também deve mostrar crescimento no mercado de gerenciamento de chaves corporativas, já que os países da região APAC estão investindo substancialmente na implantação de soluções de segurança de dados e gerenciamento de conformidade.

Essas informações de crescimento fazem parte do relatório apresentado pela MarketsandMarkets, empresa especializada em pesquisas para o mercado B2B, que mostra que o investimento no mercado de gerenciamento de chaves corporativas deve chegar ao valor de US$ 2.343,6 milhões até 2022.

O gerenciamento de chaves corporativas é um desafio que justifica o investimento

O gerenciamento de chaves corporativas é um componente essencial das soluções de criptografia de dados e envolve além do gerenciamento, a geração, troca, armazenamento, uso, destruição e substituição de chaves criptográficas responsável por criptografar diferentes fontes de dados, a exemplo de e-mails, bancos de dados, unidades de disco, fitas de backup e dados em ambientes de nuvem.

Um ponto importante que merece destaque nesse mercado é à falta de mão-de-obra qualificada. Esse é um grande desafio para o setor e que pode elevar o custo de implantação de soluções de gerenciamento de chaves.

No estudo publicado pela Grand View Research, empresa de consultoria e pesquisa de mercado com sede nos EUA, mostra dados interessantes que indicam o porque do mercado estar investindo em gerenciamento de chaves.

  • A América do Norte deverá ser o maior mercado devido à proliferação tecnológica e à adoção acelerada de serviços digitais;

  • A região Ásia-Pacífico emergiu como o mercado de crescimento mais rápido, com um CAGR de 22,0% ao longo do período de previsão;

  • O segmento de criptografia de disco foi responsável por 37,07% da participação total de mercado em 2016, no entanto, o segmento de criptografia na nuvem terá a maior taxa de crescimento;

  • O segmento BFSI representou 31,9% em 2016. Aumento das transações on-line e móveis, juntamente com mandatos regulatórios de segurança de dados vão impulsionar o crescimento do mercado;

  • O aumento dos investimentos em soluções de criptografia baseadas na nuvem e a necessidade de proteger o aumento do volume de dados vão impulsionar o crescimento do mercado de gerenciamento de chaves corporativas.

O estudo mostra ainda que aumento no número de usuários da Internet e a rápida adoção de serviços digitais levaram a um aumento exponencial no volume de dados confidenciais coletados pelas organizações.

Desta forma, é natural que ocorra a aceleração pela adoção de soluções de gerenciamento de chaves de criptografia.

A segmentação do mercado que investe em gerenciamento de chaves

Por fim, vale destacar como o mercado global de gerenciamento de chaves corporativas foi segmentado. Basicamente sua divisão tem com base nos tipos de serviços, tipo de implantação, aplicativos, tamanho da organização, usuários finais e região.

Por tipo de serviços:

  • Serviços profissionais;

  • Serviços gerenciados;

  • Outras.

Por tipo de implantação:

  • No local;

  • Nuvem.

Por aplicação:

  • Criptografia de Comunicação;

  • Criptografia na nuvem;

  • Criptografia de arquivos / pastas;

  • Criptografia de Disco;

  • Criptografia do banco de dados.

Por tamanho da organização:

  • Pequenas e Médias Empresas (PME);

  • Grandes empresas.

Por segmentos de mercado:

  • Aeroespacial;

  • Cuidados de saúde;

  • Educação;

  • Automotivo;

  • Transporte;

  • Turismo;

  • Indústrias;

  • Governo e Defesa;

  • Telecomunicações.

Por região:

  • América do Norte;

  • Europa;

  • Reino Unido;

  • Pacífico Asiático (APAC);

  • Resto do Mundo (ROW).

Assim, foi possível ver uma amostra do mercado atual e os motivos que estão levando diferentes empresas a buscarem o gerenciamento de chaves.

Continue nos acompanhando aqui em nosso blog e não esqueça de assinar nossa Newsletter para ficar por dentro das novidades e tecnologias E-VAL.

Leia mais
5 dicas sobre validação de assinatura digital

Já faz um bom tempo desde que a validação de assinatura digital passou a ser utilizada no mercado financeiro, mercado de saúde e nos diversos processos eletrônicos de diferentes segmentos de mercado.

A assinatura eletrônica passou a fazer parte em quase todos os aspectos do negócio e da vida cotidiana. É usado pelas empresas para compartilhar informações com funcionários, bem como em processos de autenticação que envolvem confidencialidade e integridade das informações de clientes, fornecedores e da própria empresa.

Naturalmente, à medida que a tecnologia de assinatura eletrônica aumentou, o mesmo aconteceu com o número de opções de software de assinatura eletrônica disponíveis para organizações e usuários.

E por essa razão, é fundamental entender como o processo de uso e validação da assinatura acontece, garantindo assim, a veracidade dos dados em documentos e processos digitais e com a certeza de que nada foi alterado de forma irregular.

Separamos neste artigo 5 dicas fundamentais sobre validação de assinatura digital que empresas e pessoas precisam ter em mente para fazer o melhor uso deste importante recurso de segurança.

  1. Crie o hábito de usar e fazer a validação da assinatura digital

A implementação da assinatura digital é usada para validar não apenas que o conteúdo foi gerado por um indivíduo específico, mas também que o proprietário real da conta foi quem gerou o conteúdo, semelhante quando você assina um cheque ou um documento legal, sua assinatura é usada para verificação de que apenas você iniciou a transação.

Isso fornece o benefício de garantir que o conteúdo foi criado por uma fonte confiável e não foi modificado de forma alguma.

O conteúdo real é usado para gerar um valor no algoritmo de assinatura digital que assina o conteúdo, portanto, se algo for adicionado ou excluído depois que o conteúdo for assinado, o valor de validação da assinatura digital retornará um erro.

O uso e validação da assinatura digital deve ser uma prática comum para pessoas e empresas, independente de estar atendendo a um requisito regulatório ou não. Tenha em mente que isso garante sua segurança digital.

  1. Verifique que a assinatura digital possui um certificado de uma raiz confiável

A implementação de assinaturas digitais requer um dos dois tipos diferentes de certificados para assinar o conteúdo: certificados auto-emitidos ou certificados recebidos de uma autoridade de certificação formal.

Desta forma, empresas podem optar por criar suas assinaturas digitais com certificados digitais próprios que não serão reconhecidos como provenientes de uma fonte autorizada e confiável. Isso geralmente dificulta para uma validação externa, tal como, documentos assinados digitalmente e trocados entre empresas. Por outro lado, constitui um bom hábito interno, aumentando a segurança da organização.

Assim, durante a validação de assinatura digital, verifique que o certificado foi emitido por uma autoridade de certificação formal de uma raiz confiável, seja ela externa, ou mesmo interna.

  1. Faça treinamentos de conscientização para usuários de assinatura digital

É necessário ter um programa para educar os usuários sobre quando é apropriado usar uma assinatura digital para validar seu próprio conteúdo e o que recebem, e claro, treinamento para o administrador sobre como emitir e revogar certificados de assinatura digital.

Esse trabalho de conscientização faz com que todos os usuários de assinatura digital possam realizar a validação da assinatura digital de forma eficiente e segura, ajudando a garantir assim as estratégias de segurança da informação da empresa.

  1. Adote soluções automatizadas de validação de assinatura digital

De forma simplificada, um algoritmo de assinatura digital é um par de números grandes que são calculados de acordo com o algoritmo especificado dentro de parâmetros que permitem a autenticação do signatário e, como conseqüência, a integridade dos dados anexados.

As assinaturas digitais também são geradas por meio de um algoritmo de assinatura digital, bem como verificadas. Desta forma, elas são geradas em conjunto com o uso de uma chave privada e a validação de assinatura digital ocorre com o emprego da chave pública correspondente.

Cada signatário tem suas próprias chaves emparelhadas (supostamente conhecidas do público em geral) e privadas (conhecidas apenas pelo usuário). Como uma assinatura só pode ser gerada por uma pessoa autorizada usando sua chave privada, a chave pública correspondente pode ser usada por qualquer pessoa para verificar a assinatura.

Em resumo a todo esse processo, se o status da assinatura for desconhecido ou não verificado, ele deve ser validado manualmente para determinar a causa do problema e a possível solução. Porém, a melhor forma para realizar a validação da assinatura digital é sem dúvida adotar soluções automatizadas.

O uso de software de criptografia tem sido um dos métodos mais eficientes para fornecer a segurança de dados, especialmente para proteção realizada na transmissão entre redes.

  1. Crie e revise regularmente seu processo de validação de assinatura digital

A melhor forma de garantir a validação eficiente das inúmeras assinaturas digitais que trafegam entre as empresas e usuários é ter um processo formal que faz parte das políticas de segurança da informação da organização.

Além de sua criação e uso, o processo de validação de assinatura digital deve ser regularmente revisado de forma a evitar gargalos durante a verificação e principalmente que tenha o mínimo de impacto nas operações da empresa.

A dica final direciona que a validação da assinatura digital seja algo transparente para os usuários, o objetivo é adotar as melhores práticas do mercado sem comprometer a qualidade e produtividade das empresas e usuários envolvidos.

Próximos passos

Agora que você entendeu um pouco mais sobre o uso e validação de assinatura digital, o que você acha de implementar as nossas dicas em sua empresa?

Se você ainda tem dúvidas sobre como fazer essa comprovação se uma assinatura digital é válida ou não, entre em contato com a E-VAL, temos um time de consultores especializados que pode contribuir em seu processo de validação de assinaturas digitais.

Leia mais
Tudo o que você precisa saber sobre prevenção de perda de dados

A prevenção de perda de dados é definida como a estratégia utilizada para garantir que usuários digitais e corporativos não enviem informações confidenciais ou críticas fora de uma rede corporativa ou até mesmo de uma rede doméstica.

O termo também é usado para definir produtos de software que ajudam um administrador de rede a controlar quais dados os usuários finais podem transferir.

Com a aprovação recente da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), legislação brasileira que determina a forma como os dados dos cidadãos brasileiros podem ser coletados e tratados, a preocupação sobre o tema da prevenção de perda de dados terá ainda mais destaque.

Separamos neste post, as principais informações para você tirar suas dúvidas sobre o assunto e assim dar os próximos passos na proteção de dados de sua empresa.

A prevenção de perda de dados terá impacto nas decisões de compra

Em plena era da Transformação Digital, onde dados e informações passaram a ter um peso fundamental no processo de compra, a prevenção de perda de dados se torna uma prioridade na proteção dos clientes e na imagem das empresas.

Sendo assim, basta um ataque virtual ou uma falha de segurança, para resultar no roubo de dados e afetar diretamente a credibilidade das organizações e a decisão de compra dos clientes.

A prevenção de perda de dados não se aplica apenas as grandes empresas, agora ela se tornou estratégica para o negócio, de todos os tamanhos e segmentos, o fato de estarem sujeitas a ciberataques, sequestros e roubos de dados, mudou completamente a visão das organizações quanto às questões ligadas à segurança da informação. Por isso, a proteção dos dados passou a fazer parte do modelo de negócio de qualquer empresa.

Ferramentas de proteção de dados são fundamentais

Os produtos de software desenvolvidos para a proteção de dados utilizam as regras e políticas de negócios para classificar e proteger informações confidenciais e críticas. Elas buscam evitar que usuários finais não autorizados possam compartilhar de forma acidental ou maliciosa dados cuja divulgação possa colocar a organização em risco.

Na prática, por exemplo, se um funcionário tentar encaminhar um e-mail comercial fora do domínio corporativo ou carregar um arquivo considerado estratégico para um serviço de armazenamento na nuvem, a exemplo do Dropbox, Drive, etc, o funcionário teria a permissão negada.

A adoção da proteção de dados está acontecendo em decorrência das ameaças internas e por leis de privacidade mais rigorosas, como já mencionamos anteriormente. Além de poder monitorar e fazer o controle de atividades, as ferramentas de proteção de dados podem, através de filtros, controlar o fluxo de dados na rede corporativa e proteger dados ainda em movimento.

Proteção de dados é uma responsabilidade compartilhada

As causas de perda de dados podem acontecer por razões diferenciadas. Algumas empresas podem estar mais preocupadas com vulnerabilidades e ataques externos, enquanto outras se preocupam principalmente com erros humanos.

Para se ter uma ideia, a perda de dados pode ocorrer durante um procedimento padrão do setor de TI, como uma migração, por exemplo, ou por meio de ataques mal-intencionados por meio de ransomware ou outro malware disparado através de um simples e-mail.

O impacto da perda de dados também pode variar de acordo com o segmento de atuação ou tamanho da organização. Além de impactar os dados internos, a perda de dados coloca em risco a posição legal de uma empresa com as leis de conformidade.

Porém, o peso da cobrança e o desafio pela prevenção de perda de dados não podem ficar apenas no lado dos gestores e das equipes de TI, a responsabilidade precisa ser compartilhada. Em grande parte dos casos, são os próprios funcionários que enviam de forma acidental informações consideradas sensíveis ou que executam alguma operação que abre espaço para um ataque virtual.

Por isso, mais do que implementar um programa de prevenção de perda de dados, é preciso conscientizar. E para isso, a equipe responsável pela segurança da informação precisa fornecer treinamentos para executivos e usuários finais sobre os benefícios da proteção de dados para a empresa, para os próprios funcionários e clientes.

O desafio da proteção de dados

Causas não intencionais comuns de perda de dados incluem mau funcionamento de hardware, software corrompido, erro humano e desastres naturais. Os dados também podem ser perdidos durante as migrações e em quedas de energia ou desligamentos incorretos dos sistemas. Isso já nos mostra o quanto a prevenção de perda de dados se tornou um grande desafio.

O mau funcionamento do hardware

Essa é a causa mais comum de perda de dados nas empresas. Basta um disco rígido travar devido a um superaquecimento, problemas mecânicos ou simplesmente o tempo de uso.

A manutenção preventiva do disco rígido ajuda a evitar a perda de dados e habilita as equipes de TI para a substituição da unidade nessas situações de risco.

Software corrompido

Outra causa comum no desafio da prevenção de perda de dados é o software corrompido. Esta situação pode ocorrer quando os sistemas são desligados incorretamente. Esses desligamentos geralmente podem ser atribuídos a quedas de energia ou erros humanos, por isso é fundamental que a equipe de infraestrutura esteja preparada para esses incidentes e garantir o desligamento adequado dos sistemas.

Desastres naturais

Os desastres naturais têm o potencial de causar a perda de dados em relação a todos os itens descritos acima, seja danos ao hardware ou a corrupção dos sistemas. Um plano de recuperação de desastres e backups frequentes são as estratégias mais indicadas para evitar esse tipo de perda de dados.

Além desses exemplos, vírus de computador e ataques virtuais são fatores em potencial para perda de dados e causam igualmente grandes prejuízos para organizações e seus clientes.

O impacto direto para o negócio

Como você pode perceber, além do desafio, evitar a perda de dados pode ser um processo caro, exigindo a compra de soluções de software e hardware, além de serviços de backup e proteção de dados.

Porém, embora os custos desses serviços possam ser altos, o investimento para a prevenção completa contra a perda de dados geralmente vale a pena a médio e longo prazo, especialmente quando comparado aos impactos da falta de proteção.

No caso de grandes perdas de dados, a continuidade dos negócios e os processos de negócio são severamente afetados. Tempo e recursos financeiros da empresa geralmente precisam ser desviados para resolver os incidentes e recuperar as informações perdidas, para que assim outras funções de negócios possam ser restauradas.

Próximos passos

Com a convergência dos negócios em direção da economia digital, a preocupação com a segurança da informação e a prevenção de perda de dados se tornaram fundamentais.

Não só a participação das empresas nesse período de Transformação Digital fica comprometida, mas qualquer tipo de iniciativa visando o crescimento futuro dificilmente será alcançada quando perdas financeiras e de credibilidade atingem as empresas.

Para saber mais sobre prevenção de perda de dados e as novidades da E-VAL continue nos acompanhando aqui em nosso blog e não esqueça de assinar nossa Newsletter.

 

Leia mais
5 benefícios exclusivos que apenas clientes E-VAL possuem

Antes mesmo de apresentar os benefícios que os clientes E-VAL possuem, vale destacar as razões que os levaram a buscar no mercado uma empresa especializada em assinatura digital e chaves criptográficas.

Esse entendimento nos faz convergir na decisão de escolha pela E-VAL e de que forma retribuímos a confiança atribuída a nossa empresa.

A importância da segurança cibernética

Com o número de ameaças virtuais crescendo em grande escala, cada vez mais empresas estão buscando investir em segurança cibernética.

Para se ter uma ideia sobre a proliferação de ataques cibernéticos que está causando danos crescentes a empresas, governos e indivíduos, tomemos como exemplo o ataque a Equifax que aconteceu em julho de 2017, onde um invasor conseguiu o acesso às informações pessoais e financeiras de quase 150 milhões de pessoas.

Por essa razão, as empresas precisam responder a essas ameaças adotando medidas rígidas de segurança cibernética. De um custo total de US$ 445 bilhões somente em 2014, o custo dos cibercrimes já atingiu no mundo US$ 600 bilhões em 2017, segundo um relatório da McAfee. Pode-se imaginar que os números de 2018 podem ser ainda maiores, vamos descobrir isso no final do ano.

O investimento em segurança deve aumentar a cada ano

Em um relatório da Cybersecurity Ventures sobre cibercrimes, a empresa projeta que o custo das ameaças cibernéticas aumentará para US$ 6 trilhões anualmente até 2021. Esse montante abrange:

  • Danos e destruição de dados;
  • Dinheiro roubado;
  • Perda de produtividade;
  • Roubo de propriedade intelectual;
  • Roubo de dados pessoais e financeiros;
  • Apropriação indébita;
  • Fraude;
  • Interrupção após ataque às empresas;
  • Investigação forense;
  • Restauração de dados;
  • Sistemas pirateados.

O que as empresas passaram a entender é que a segurança não é apenas responsabilidade da equipe de TI ou dos gestores, segurança é responsabilidade de todos e por isso o investimento em ferramentas, políticas e processos e principalmente na conscientização.

A perspectiva futura das empresas

Pensando no futuro, a Pesquisa Global de Segurança da Informação da PwC de 2018 afirma que 87% dos CEOs dizem que estão investindo em segurança cibernética para transmitir confiança aos clientes. O impacto do cibercrime vai além dos aspectos financeiros, os prejuízos chegam até a imagem da empresa e sua reputação junto ao mercado.

E esse cenário de insegurança nos leva a 5 principais razões para investir em segurança cibernética:

  • Frequência de ataques;
  • Custo dos ataques;
  • Os principais alvos de ataques são pequenas e médias empresas;
  • O número de criminosos está se expandindo rapidamente;
  • Os bandidos estão indo atrás do lado mais fácil: os funcionários.

Com essa perspectiva em mente por parte das empresas da importância do investimento em segurança, isso nos leva a questão final. Por que os clientes E-VAL nos escolhem?

Benefícios exclusivos que apenas clientes E-VAL possuem

Agora sim, depois de entender as razões das empresas investirem tanto em cibersegurança vejamos o que a E-VAL tem a oferecer aos seus clientes e o que levou a escolha das organizações pelos nossos serviços.

  1. Experiência e participação do mercado

A E-VAL atua há 14 anos no mercado financeiro, pioneira em iniciativas no uso da certificação digital no Brasil, implementando segurança no Sistema de Pagamentos Brasileiros (SPB) para diversas instituições financeiras e também nos primeiros sistemas de assinatura digital, iniciando pelos contratos de câmbio.

  1. O conjunto de soluções que atendem ao mercado

Com soluções abrangendo Assinatura Digital, Autenticação e Criptografia de Dados, garantem aos clientes E-VAL a validade jurídica nos processos eletrônicos, assim como cumprem os requisitos do mercado brasileiro conforme a necessidade de cada cliente.

  1. A garantia de qualidade dos produtos e serviços atestados pela certificação CMMI nível 2

A certificação tem como objetivo garantir qualidade nos projetos de desenvolvimento de software, com as práticas do nível de maturidade ou de capacidade do CMMI 2, nossos projetos são gerenciados, buscando a entrega no prazo, escopo e custo planejados, sendo um grande diferencial nos mercados que atuamos para os clientes E-VAL.

  1. A aderência aos padrões da ICP-BRASIL

Os padrões ICP-BRASIL garantem a entrega de um produto diferenciado, de alta qualidade e que atende a legislação e as normas vigentes. A aderência aos padrões é comprovada pela homologação recebida pelo ITI de seus produtos de assinatura digital, oferecendo credibilidade e confiança para os clientes E-VAL.

  1. A forma como nossas tecnologias ajudam o mercado

A E-VAL é uma empresa especializada em certificação digital, segurança da informação, desenvolvimento de software e que se consolidou no mercado pois entrega resultados confiáveis para seus clientes, buscando sempre por novas tecnologias e provendo soluções nos mais altos padrões.

Os números comprovam porque as empresas que adotam as soluções da E-VAL são beneficiadas:

  • Mais de 200 projetos desenvolvidos;
  • 180 práticas de qualidade;
  • 24 milhões de documentos assinados/dia;
  • 20 instituições financeiras atendidas;
  • 25 milhões de transações criptográficas;
  • Clientes em quase todos os estados;
  • Mais de 250 clientes E-VAL em nosso sistema.

Para conhecer um pouco mais sobre a E-VAL e como nossas soluções podem ajudar, entre em contato com nossos consultores e tire suas dúvidas. Não esqueça de assinar nossa newsletter para receber todas as novidades do nosso blog e as novas tecnologias da E-VAL.

Leia mais
O que esperar da 9ª edição do Congresso Security Leaders?

A 9ª edição do Congresso Security Leaders está se aproximando e a E-VAL marca presença em mais um evento de referência no segmento de Segurança de Informação. O congresso será realizado em São Paulo entre os dias 29 e 30 de outubro de 2018.

O objetivo do Security Leaders é reunir C-Levels, especialistas e executivos das principais instituições públicas e privadas do país para realizar um importante debate sobre os grandes desafios de Segurança Cibernética. Além disso, esse ano serão apresentados e compartilhados casos de sucesso e histórias que deram certo no combate ao cibercrime, com a presença dos principais fornecedoras de soluções em Segurança da Informação.

A E-VAL conta com sua presença na 9ª edição do Congresso Security Leaders

Ciente de sua responsabilidade como um dos líderes de segurança da informação no mercado de TI, a E-VAL busca contribuir da melhor forma com o segmento de segurança cibernética aqui no Brasil.

Para isso, os nossos especialistas vão estar reunidos no evento da Security Leaders, mostrando os principais desafios no combate aos cibercrimes, assim como as medidas de precaução, monitoramento e ações necessárias no tratamento de incidentes, associando tudo isso a muita tecnologia de ponta.

Você é nosso convidado especial para participar do Security Leaders. Conheça alguns importantes benefícios em marcar presença nesta conferência:

  1. Lidere sua equipe pela experiência adquirida

Melhore o conhecimento da sua equipe de segurança compartilhando a experiência adquirida através da 9ª edição do Congresso Security Leaders. As fontes de conhecimento do evento serão grandes especialistas em Cybersecurity.

Ter acesso a casos de sucesso em projetos de segurança cibernética, desenvolvendo o conhecimento em políticas de segurança, programas de conscientização, monitoramento e relatórios de incidentes, correção de vulnerabilidades, controles, conformidade e ferramentas de segurança reforça ainda mais a importância da formação de profissionais com experiência.

  1. Invista na melhoria contínua de sua empresa

A tarefa de mudar a forma como uma empresa responde e reage aos incidentes de segurança e roubo de dados é um grande investimento a ser feito por líderes de segurança e gestores de TI. Participar de um evento da proporção do Security Leaders é investir no processo de melhoria contínua de sua empresa diante de tanto conhecimento e experiência compartilhada entre os profissionais.

  1. Fique por dentro dos desafios e ameaças cibernéticas atuais

Reunir com líderes de referência em Segurança da Informação para discutir ameaças e desafios cibernéticos enfrentados nos dias atuais é fundamental para desenvolver estratégias assertivas de cibersegurança nas empresas. Como você sabe, todos os dias novas tentativas de ataques e roubos de dados surgem e enfrentar essas ameaças é sempre um grande desafio.

  1. Saiba incorporar a segurança da informação com a Transformação Digital

Se você já teve a oportunidade de verificar a agenda de conteúdos e apresentações da 9ª edição do Congresso Security Leaders deve ter percebido que o foco dos temas ligados a segurança de informações convergem para a atual transformação digital. Muita inovação que precisa incorporar as boas práticas do mercado de cibersegurança.

  1. Faça a convergência entre os negócios e segurança da informação

Esse alinhamento entre cybersecurity e as metas de negócios compartilha o risco da responsabilidade para um problema de todos da organização. Isso ajuda a direcionar decisões estratégicas ligados a cibersegurança e a privacidade para diferentes áreas das organizações. Um importante tema que será discutido na edição do Congresso Security Leaders.

Como você pode perceber, bons motivos não faltam para você participar da 9ª edição do Congresso Security Leaders. Conciliar habilidades de negócios com segurança da informação será sempre um grande desafio para qualquer profissional e, portanto, fazer parte de um evento como esse ajuda você a se tornar um especialista cada vez mais capacitado.

A disciplina de segurança da informação está amadurecendo a cada dia. E por isso, não deixe de participar da 9ª edição do Congresso Security Leaders e de visitar o estande da E-VAL, estaremos próximo a entrada do evento, vamos compartilhar muita experiência e as melhores práticas na liderança em segurança da informação

Leia mais