0
1
0
1
1
0
1
0

Categoria: blog

Home Category : blog

5 benefícios exclusivos que apenas clientes E-VAL possuem

Antes mesmo de apresentar os benefícios que os clientes E-VAL possuem, vale destacar as razões que os levaram a buscar no mercado uma empresa especializada em assinatura digital e chaves criptográficas.

Esse entendimento nos faz convergir na decisão de escolha pela E-VAL e de que forma retribuímos a confiança atribuída a nossa empresa.

A importância da segurança cibernética

Com o número de ameaças virtuais crescendo em grande escala, cada vez mais empresas estão buscando investir em segurança cibernética.

Para se ter uma ideia sobre a proliferação de ataques cibernéticos que está causando danos crescentes a empresas, governos e indivíduos, tomemos como exemplo o ataque a Equifax que aconteceu em julho de 2017, onde um invasor conseguiu o acesso às informações pessoais e financeiras de quase 150 milhões de pessoas.

Por essa razão, as empresas precisam responder a essas ameaças adotando medidas rígidas de segurança cibernética. De um custo total de US$ 445 bilhões somente em 2014, o custo dos cibercrimes já atingiu no mundo US$ 600 bilhões em 2017, segundo um relatório da McAfee. Pode-se imaginar que os números de 2018 podem ser ainda maiores, vamos descobrir isso no final do ano.

O investimento em segurança deve aumentar a cada ano

Em um relatório da Cybersecurity Ventures sobre cibercrimes, a empresa projeta que o custo das ameaças cibernéticas aumentará para US$ 6 trilhões anualmente até 2021. Esse montante abrange:

  • Danos e destruição de dados;
  • Dinheiro roubado;
  • Perda de produtividade;
  • Roubo de propriedade intelectual;
  • Roubo de dados pessoais e financeiros;
  • Apropriação indébita;
  • Fraude;
  • Interrupção após ataque às empresas;
  • Investigação forense;
  • Restauração de dados;
  • Sistemas pirateados.

O que as empresas passaram a entender é que a segurança não é apenas responsabilidade da equipe de TI ou dos gestores, segurança é responsabilidade de todos e por isso o investimento em ferramentas, políticas e processos e principalmente na conscientização.

A perspectiva futura das empresas

Pensando no futuro, a Pesquisa Global de Segurança da Informação da PwC de 2018 afirma que 87% dos CEOs dizem que estão investindo em segurança cibernética para transmitir confiança aos clientes. O impacto do cibercrime vai além dos aspectos financeiros, os prejuízos chegam até a imagem da empresa e sua reputação junto ao mercado.

E esse cenário de insegurança nos leva a 5 principais razões para investir em segurança cibernética:

  • Frequência de ataques;
  • Custo dos ataques;
  • Os principais alvos de ataques são pequenas e médias empresas;
  • O número de criminosos está se expandindo rapidamente;
  • Os bandidos estão indo atrás do lado mais fácil: os funcionários.

Com essa perspectiva em mente por parte das empresas da importância do investimento em segurança, isso nos leva a questão final. Por que os clientes E-VAL nos escolhem?

Benefícios exclusivos que apenas clientes E-VAL possuem

Agora sim, depois de entender as razões das empresas investirem tanto em cibersegurança vejamos o que a E-VAL tem a oferecer aos seus clientes e o que levou a escolha das organizações pelos nossos serviços.

  1. Experiência e participação do mercado

A E-VAL atua há 14 anos no mercado financeiro, pioneira em iniciativas no uso da certificação digital no Brasil, implementando segurança no Sistema de Pagamentos Brasileiros (SPB) para diversas instituições financeiras e também nos primeiros sistemas de assinatura digital, iniciando pelos contratos de câmbio.

  1. O conjunto de soluções que atendem ao mercado

Com soluções abrangendo Assinatura Digital, Autenticação e Criptografia de Dados, garantem aos clientes E-VAL a validade jurídica nos processos eletrônicos, assim como cumprem os requisitos do mercado brasileiro conforme a necessidade de cada cliente.

  1. A garantia de qualidade dos produtos e serviços atestados pela certificação CMMI nível 2

A certificação tem como objetivo garantir qualidade nos projetos de desenvolvimento de software, com as práticas do nível de maturidade ou de capacidade do CMMI 2, nossos projetos são gerenciados, buscando a entrega no prazo, escopo e custo planejados, sendo um grande diferencial nos mercados que atuamos para os clientes E-VAL.

  1. A aderência aos padrões da ICP-BRASIL

Os padrões ICP-BRASIL garantem a entrega de um produto diferenciado, de alta qualidade e que atende a legislação e as normas vigentes. A aderência aos padrões é comprovada pela homologação recebida pelo ITI de seus produtos de assinatura digital, oferecendo credibilidade e confiança para os clientes E-VAL.

  1. A forma como nossas tecnologias ajudam o mercado

A E-VAL é uma empresa especializada em certificação digital, segurança da informação, desenvolvimento de software e que se consolidou no mercado pois entrega resultados confiáveis para seus clientes, buscando sempre por novas tecnologias e provendo soluções nos mais altos padrões.

Os números comprovam porque as empresas que adotam as soluções da E-VAL são beneficiadas:

  • Mais de 200 projetos desenvolvidos;
  • 180 práticas de qualidade;
  • 24 milhões de documentos assinados/dia;
  • 20 instituições financeiras atendidas;
  • 25 milhões de transações criptográficas;
  • Clientes em quase todos os estados;
  • Mais de 250 clientes E-VAL em nosso sistema.

Para conhecer um pouco mais sobre a E-VAL e como nossas soluções podem ajudar, entre em contato com nossos consultores e tire suas dúvidas. Não esqueça de assinar nossa newsletter para receber todas as novidades do nosso blog e as novas tecnologias da E-VAL.

Leia mais
O que esperar da 9ª edição do Congresso Security Leaders?

A 9ª edição do Congresso Security Leaders está se aproximando e a E-VAL marca presença em mais um evento de referência no segmento de Segurança de Informação. O congresso será realizado em São Paulo entre os dias 29 e 30 de outubro de 2018.

O objetivo do Security Leaders é reunir C-Levels, especialistas e executivos das principais instituições públicas e privadas do país para realizar um importante debate sobre os grandes desafios de Segurança Cibernética. Além disso, esse ano serão apresentados e compartilhados casos de sucesso e histórias que deram certo no combate ao cibercrime, com a presença dos principais fornecedoras de soluções em Segurança da Informação.

A E-VAL conta com sua presença na 9ª edição do Congresso Security Leaders

Ciente de sua responsabilidade como um dos líderes de segurança da informação no mercado de TI, a E-VAL busca contribuir da melhor forma com o segmento de segurança cibernética aqui no Brasil.

Para isso, os nossos especialistas vão estar reunidos no evento da Security Leaders, mostrando os principais desafios no combate aos cibercrimes, assim como as medidas de precaução, monitoramento e ações necessárias no tratamento de incidentes, associando tudo isso a muita tecnologia de ponta.

Você é nosso convidado especial para participar do Security Leaders. Conheça alguns importantes benefícios em marcar presença nesta conferência:

  1. Lidere sua equipe pela experiência adquirida

Melhore o conhecimento da sua equipe de segurança compartilhando a experiência adquirida através da 9ª edição do Congresso Security Leaders. As fontes de conhecimento do evento serão grandes especialistas em Cybersecurity.

Ter acesso a casos de sucesso em projetos de segurança cibernética, desenvolvendo o conhecimento em políticas de segurança, programas de conscientização, monitoramento e relatórios de incidentes, correção de vulnerabilidades, controles, conformidade e ferramentas de segurança reforça ainda mais a importância da formação de profissionais com experiência.

  1. Invista na melhoria contínua de sua empresa

A tarefa de mudar a forma como uma empresa responde e reage aos incidentes de segurança e roubo de dados é um grande investimento a ser feito por líderes de segurança e gestores de TI. Participar de um evento da proporção do Security Leaders é investir no processo de melhoria contínua de sua empresa diante de tanto conhecimento e experiência compartilhada entre os profissionais.

  1. Fique por dentro dos desafios e ameaças cibernéticas atuais

Reunir com líderes de referência em Segurança da Informação para discutir ameaças e desafios cibernéticos enfrentados nos dias atuais é fundamental para desenvolver estratégias assertivas de cibersegurança nas empresas. Como você sabe, todos os dias novas tentativas de ataques e roubos de dados surgem e enfrentar essas ameaças é sempre um grande desafio.

  1. Saiba incorporar a segurança da informação com a Transformação Digital

Se você já teve a oportunidade de verificar a agenda de conteúdos e apresentações da 9ª edição do Congresso Security Leaders deve ter percebido que o foco dos temas ligados a segurança de informações convergem para a atual transformação digital. Muita inovação que precisa incorporar as boas práticas do mercado de cibersegurança.

  1. Faça a convergência entre os negócios e segurança da informação

Esse alinhamento entre cybersecurity e as metas de negócios compartilha o risco da responsabilidade para um problema de todos da organização. Isso ajuda a direcionar decisões estratégicas ligados a cibersegurança e a privacidade para diferentes áreas das organizações. Um importante tema que será discutido na edição do Congresso Security Leaders.

Como você pode perceber, bons motivos não faltam para você participar da 9ª edição do Congresso Security Leaders. Conciliar habilidades de negócios com segurança da informação será sempre um grande desafio para qualquer profissional e, portanto, fazer parte de um evento como esse ajuda você a se tornar um especialista cada vez mais capacitado.

A disciplina de segurança da informação está amadurecendo a cada dia. E por isso, não deixe de participar da 9ª edição do Congresso Security Leaders e de visitar o estande da E-VAL, estaremos próximo a entrada do evento, vamos compartilhar muita experiência e as melhores práticas na liderança em segurança da informação

Leia mais
Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD): quais os impactos no mercado financeiro?

Aprovado recentemente pelo congresso nacional, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem o objetivo de fazer com que as empresas sejam mais transparentes e expandir os direitos de privacidade dos titulares de dados.

Basicamente a legislação brasileira segue os moldes da Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) que entrou em vigor na Europa em maio de 2018.

A LGPD é uma lei muito significativa quando se trata dos requisitos de confidencialidade que regem as instituições de serviços financeiros e como outros tipos de processos de negócios que devem proteger os dados pessoais dos usuários. Conheça um pouco mais sobre a LGPD e seus principais impactos no mercado financeiro.

A LGPD, uma grande mudança quanto a proteção de dados e a privacidade

A LGPD foi concebida com o objetivo de definir diretrizes quanto à privacidade de dados em todo o Brasil, visando proteger e dar aos brasileiros o direito à confidencialidade dos dados.

Um projeto importante, desde o marco regulatório da Internet, a LGPD impõe a todas as empresas que processam dados pessoais de residentes no Brasil. Ela define os procedimentos para a coleta de informações, o seu armazenamento, a sua segurança e como são tratados e utilizados.

Após a aprovação e sanção presidencial da PLC 53/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados passa por um período de conscientização e adoção pelas empresas e deve entrar em vigor no começo de 2020. De acordo com a LGPD, o processamento de dados só será permitido nas seguintes condições:

  • Será necessário o consentimento expresso do titular dos dados para o processamento de dados pessoais;
  • Para a execução de um contrato com o titular dos dados ou para tomar medidas para celebrar um contrato;
  • Para o cumprimento de uma obrigação legal;
  • Para proteger os interesses vitais de um titular de dados ou de outra pessoa;
  • O processamento será necessário para o desempenho de uma tarefa realizada no interesse público ou no exercício da autoridade oficial do controlador;
  • Para os interesses legítimos do responsável pelo tratamento ou por um terceiro, exceto quando esses interesses forem sobrepostos pelos interesses, direitos ou liberdades do titular dos dados.

Se uma empresa não cumprir a LGPD quando entrar em vigor, as consequências legais poderão incluir multas e a empresa poderá ter suas as atividades total ou parcialmente suspensas e, quando for o caso, as empresas podem responder judicialmente a outras violações previstas em lei.

LGPD e suas consequências ao mercado financeiro

O descumprimento da nova legislação brasileira resulta em grandes penalidades regulatórias, danos à reputação e perda da confiança do consumidor.

Por isso, mais preocupante do que o impacto financeiro do não cumprimento da nova legislação, o mercado financeiro deve temer os danos causados ao seu prestígio junto ao mercado e clientes pela não conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

A solução para as instituições financeiras é abordar a LGPD como uma prioridade, com recursos ​​e a flexibilidade necessária para cumprir com quaisquer novos requisitos regulatórios ou questões pontuais.

Uma abordagem abrangente fornece ao mercado financeiro a visibilidade necessária para estabelecer um entendimento claro dos dados pessoais mantidos pela empresa e a capacidade de responder a solicitações de exclusão de dados em toda a empresa quando estes não forem mais úteis.

Vale destacar que a LGPD proíbe, entre outras coisas, o tratamento dos dados pessoais com a prática de discriminação ilícita ou abusiva.

Para o mercado financeiro esse tipo de cenário pode acontecer quando o cruzamento de informações de uma pessoa específica ou de um grupo for usado para subsidiar decisões comerciais, a exemplo do perfil de consumo para divulgação de ofertas de bens ou serviços.

A Lei Geral de Proteção de Dados também se aplica a empresas estrangeiras

A LGPD define que a lei se aplica para operações de tratamento de dados realizados no Brasil ou no exterior, desde que a coleta de dados seja feita em território brasileiro.

Isso significa que, se uma empresa do ramo financeiro ou até mesmo o Google coletar dados de um usuário por aqui, mas processá-los nos Estados Unidos, por exemplo, terá que seguir a Lei Geral de Proteção de Dados.

De acordo com a nova legislação, a empresa ainda pode transferir os dados para uma filial ou sede estrangeira, desde que o país de destino também tenha leis abrangentes de proteção de dados ou possa garantir mecanismos de tratamento equivalentes aos que são exigidos no Brasil.

Os direitos do cidadão são preservados

Sem dúvidas que a Lei Geral de Proteção de Dados foi criada para proteger cada cidadão e o seu direito à confidencialidade dos seus dados, mais do que isso, a LGPD veio para garantir dois aspectos fundamentais quanto ao uso de informações em transações financeiras e na Internet:

  • Obrigação por parte das empresas a notificação em caso de violação de acesso a dados;
  • O direito de ser esquecido.

Como o objetivo da legislação é proteger o direito dos cidadãos à confidencialidade dos dados, ele concede aos consumidores o direito de solicitar que seus dados pessoais sejam consultados por instituições financeiras e, da mesma forma, solicitar sua exclusão sem exigir autorização externa.

Essas consultas permitem, por exemplo, que as instituições financeiras retenham certos dados se forem necessários para fins de conformidade e outras legislações. No entanto, na ausência de uma justificativa válida, o direito da pessoa de ser esquecida prevalece.

Esse será um grande desafio para as instituições financeiras e outras empresas que focam no mercado digital.

Para muitas organizações, a dificuldade será a implementação das práticas de gerenciamento de dados necessários para respeitar o direito ao esquecimento e a exigência de maior transparência e coordenação em todos os segmentos de mercado.

Continue nos acompanhando aqui em nosso blog e não esqueça de assinar nossa Newsletter para ficar por dentro das novidades e tecnologias E-VAL

Leia mais
5 motivos para adquirir uma solução de assinatura digital

Uma solução de assinatura digital demonstra e atesta a legitimidade legal de um documento eletrônico ou uma transação. Para isso, são usadas tecnologias de criptografia para garantir a autenticação, o não repúdio e a integridade de um documento comercial.

Desta forma, uma assinatura digital constitui um sistema de processos e mensagens para transmitir dados com segurança sobre as identidades das partes e o conteúdo do documento comercial.

Hoje, uma solução de assinatura digital é especialmente útil para o comércio eletrônico, no mercado financeiro, mercado da saúde e no fechamento de contratos de forma eletrônica, onde as transações ocorrem de forma totalmente digital, sem referência alguma aos meios tradicionais.

Mesmo entendendo todos esses conceitos, muitos gestores ainda têm dúvidas sobre a aquisição de uma solução de assinatura digital. Para isso, elaboramos uma lista com 5 motivos estratégicos ao negócio para ajudar nessa decisão.

Solução de assinatura digital: sua empresa só tem a ganhar

As assinaturas eletrônicas não estão apenas tornando os processos e transações das empresas mais seguros, elas ganham em produtividade e estratégia de mercado. Acompanhe a nossa lista de motivos para adquirir uma solução de assinatura digital.

  1. Otimização de investimentos no core business da empresa

Investir em soluções de assinatura digital é muito mais que reduzir custos. É poder otimizar os investimentos no core business da empresa, de acordo com a economia gerada na aquisição de papel e suprimentos de impressão.

Muitas empresas não sabem o quanto gastam em impressão de documentos e quando fazem a migração para o meio digital, com a ajuda de soluções de assinatura digital, percebem o quanto podem direcionar seus investimentos para partes importantes do ciclo produtivo da organização.

  1. Validação Jurídica na emissão de documentos oficiais e transações eletrônicas

Como visto anteriormente, um dos principais usos da assinatura digital está ligada ao mercado financeiro e transações online. Por isso, um dos aspectos mais importantes em se adotar uma solução de assinatura digital tem relação a validação jurídica.

Ao utilizar assinatura digital a partir de uma fonte autorizada e confiável, sua empresa passa a ter a chancela do ITI, autarquia federal, ligada à Casa Civil da Presidência da República, que tem por missão principal manter e executar as políticas da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.

  1. Aumento de produtividade em sua empresa

Ao automatizar processos de negócio, migrando do papel para o meio digital as empresas ganham em produtividade. Utilizando uma solução de assinatura digital a validação de documentos e transações se torna ágil e eficiente nas principais operações da organização.

Vale destacar que o processo de validação de assinatura digital se torna automático quando se escolhe a ferramenta certa para fazer a comprovação da autenticação digital.

  1. Contribuição a sustentabilidade

Sim, ao adotar soluções de assinatura digital sua empresa também contribui para a sustentabilidade do planeta. Ao migrar para o meio digital as empresas reduzem a necessidade de papel e suprimentos que tanto agridem ao meio ambiente.

É uma forma de cada um fazer sua parte e mostrar ao mercado sua preocupação e investimentos no sócio-ambiental.

  1. Gestão de documentos e encontrabilidade

Ao fazer o gerenciamento de documentos corporativos de forma digital, sua empresa adota uma estratégia para gerenciar os arquivos da organização para que eles possam ser facilmente recuperados no caso de uma auditoria de conformidade ou questões judiciais.

O uso de uma solução de assinatura digital garante a autenticidade de documentos a exemplo de e-mail, fax, apresentações, entre outros documentos digitais.

Uma assinatura digital pode ser usada com qualquer tipo de mensagem, seja criptografada ou não, simplesmente para que o destinatário possa ter certeza da identidade do remetente e que a mensagem tenha chegado intacta.

Assim, assinaturas digitais tornam difícil para o signatário negar ter assinado algo (não-repúdio), assumindo que sua chave privada não tenha sido comprometida, já que a assinatura digital é única para ambos, o documento e o assinante, e os une.

Para isso, um certificado digital, um documento eletrônico que contém a assinatura digital da autoridade emissora de certificados, vincula uma chave pública a uma identidade e pode ser usado para verificar se uma chave pública pertence a uma pessoa ou entidade específica.

Adotar uma solução de assinatura digital é uma questão de segurança da informação

Assinaturas digitais são baseadas em criptografia de chave pública, também conhecida como criptografia assimétrica. Assim, elas resolvem mais do que apenas os problemas de armazenamento de papel, com as assinaturas eletrônicas é possível resolver problemas com a legitimidade e a autenticidade de documentos.

Em resumo, isso quer dizer que a adoção de assinaturas digitais aos processos produtivos da empresa, traz uma camada de segurança que impede eventuais incidentes que causam prejuízos financeiros e de imagem da organização.

O que achou de nossas dicas? Ainda ficou alguma dúvida sobre soluções de assinatura digital? Vale destacar ao final que um sistema seguro de autenticação de identidade e de transações garante a credibilidade de sua empresa junto ao mercado e seus consumidores.

Você pode entrar em contato com os consultores da E-VAL para tirar outras dúvidas e dar os primeiros passos para migrar a gestão de documentos para o meio digital com maior segurança. Assine nossa newsletter e fique por dentro de novidades sobre segurança e tecnologia

Leia mais
Saiba como funciona a Assinatura Digital

Não confunda com certificado digital! Esse é o primeiro passo para saber como funciona a assinatura digital. Ela serve para validar a autenticidade e integridade de uma mensagem, software ou documento digital.

O equivalente a uma assinatura manuscrita ou selo carimbado, a assinatura digital oferece segurança e autenticidade no formato digital e destina-se a resolver problemas como adulteração e representação em comunicações digitais.

Mas se você ainda tem dúvidas sobre a eficiência da assinatura digital em seu negócio, confira este post e esclareça qualquer dificuldade sobre como ela funciona e as vantagens de adotar esse recurso em sua empresa.

O valor estratégico da assinatura digital para as empresas

Para as empresas, a assinatura digital fornece as garantias de evidência de origem, identidade e status de um documento eletrônico, transação ou mensagem, bem como o reconhecimento e autenticidade daquilo que foi assinado digitalmente.

Para se ter uma ideia da eficiência da assinatura digital para as empresas, nos Estados Unidos, as assinaturas digitais têm o mesmo significado legal que as formas mais tradicionais de documentos assinados.

O Escritório de Impressão do Governo dos Estados Unidos publica regularmente versões eletrônicas do orçamento, leis públicas e privadas e contas do Congresso com assinaturas digitais.

O que tem por trás da assinatura digital

Basicamente, as assinaturas digitais utilizam criptografia de chave pública ou assimétrica para serem criadas. Uma criptografia de chave pública envolve um par de chaves: uma pública e outra privada.

As duas chaves estão matematicamente relacionadas, a chave pública, como o nome já indica, está aberta e disponível para quem quiser. Ela pode, por exemplo, ser armazenada em um servidor de chaves públicas.

Por outro lado, a chave privada é mantida em um ambiente seguro da empresa, ela nunca será transmitida publicamente. O remetente de um documento eletrônico usa sua chave privada para cifra esse documento, esta é a assinatura digital.

Por fim, o receptor então decifra a assinatura com a chave pública para verificar se ela corresponde ao anexo. As chaves privadas são atribuídas especificamente e exclusivas para cada usuário, fornecendo autenticidade verificada à mensagem do remetente.

Somente a chave privada do remetente pode ser usada para criar a assinatura digital. A chave pública correspondente é usada para confirmar a assinatura digital, para isso, o certificado digital é utilizado.

O uso da assinatura digital otimiza investimentos e aumenta a produtividade

Uma assinatura digital pode ser usada com qualquer tipo de mensagem, seja ela criptografada ou não. Ela é utilizada simplesmente para que o destinatário possa ter certeza da identidade do remetente e que a mensagem tenha chegado intacta.

Desta forma, as assinaturas digitais tornam difícil para o “assinante” negar ter assinado algo (não-repúdio), já que a assinatura digital é única para ambos, o documento e o assinante.

O certificado digital contém a assinatura digital da autoridade emissora de certificados e vincula uma chave pública a uma identidade, podendo ser usado para verificar se uma chave pública pertence a uma pessoa ou entidade específica.

A maioria dos programas de e-mail, navegadores de Internet e leitores de texto, a exemplo do Adobe Reader, suporta o uso de assinaturas digitais e certificados digitais, facilitando a assinatura de qualquer e-mail de saída e a validação de mensagens recebidas ou outro tipo de arquivo assinadas digitalmente.

As assinaturas digitais também são amplamente usadas para fornecer provas de autenticidade, integridade de dados e não repúdio de comunicações e transações realizadas pela Internet.

É possível reduzir custos com assinatura digital

Ao migrar seus processos de negócio para o meio digital as empresas reduzem o consumo de papel e os custos ligados a impressão e transporte do documento. Essa estratégia permite, por exemplo, direcionar o que foi economizado para setores estratégicos da organização.

E ainda ampliar a produtividade

Além de otimizar os investimentos ao core business, o fato de reduzir os gastos de impressão e utilizar o meio digital para automatização de processos faz com que as empresas aumentem sua produtividade.

As organizações e seus funcionários deixam de executar processos manuais e podem focar em suas atividades principais sem que tenham que parar suas tarefas para imprimir documentos ou levar para diferentes departamentos, ou seja, é possível com a assinatura digital, alcançar ganhos estratégicos em toda a empresa.

Qualquer empresa pode utilizar uma assinatura digital?

Você pode estar pensando qualquer firma ou organização pode obter uma assinatura digital? Como ela é obtida? Será que vale a pena investir?

Para responder a essa pergunta, basta revisar os conceitos que vimos logo no início do artigo. Quando um usuário cria um documento, ele o assina com uma assinatura digital exclusiva e o envia ao destinatário.

Se a assinatura do remetente utilizar uma autoridade certificadora reconhecida, no caso do Brasil as que estão homologadas pelo ITI, dentro do ICP-Brasil, o destinatário confiará na autoridade  certificadora para confirmar a identidade do editor. Isso autentica a mensagem e fornece o não-repúdio.

Portanto, sim, qualquer pessoa, empresa, agência, etc. pode e deve obter uma assinatura digital. É uma questão de segurança estratégica da empresa. Existem várias empresas, conhecidas como autoridades certificadora (CA), que gerenciam a emissão de certificados digitais e homologadas pelo ITI.

Como você deve ter visto, as empresas só têm a ganhar ao adotar a assinatura digital em seus processos de negócios.

Em plena era da Transformação Digital adotar essa tecnologia faz com a empresa como um todo, fornecedores e clientes possam ser beneficiados com a eficiência estratégica em relação a venda de produtos e serviços.

Se ainda ficou alguma dúvida sobre o tema, entre em contato agora mesmo com a E-VAL. Os nossos especialistas estão prontos para ajudar a sanar suas dificuldades e iniciar seu projeto de adoção da assinatura digital.

E não esqueça de assinar nossa Newsletter e fique por dentro das novidades e tecnologias E-VAL.

Leia mais

6 razões para começar a usar EKM o quanto antes

Antes de descrever as razões para começar a usar EKM (Enterprise Key Management), vale destacar que o objetivo do gerenciamento das chaves criptográficas consiste basicamente na administração de tarefas envolvidas com a proteção, o armazenamento, o backup e a organização de chaves de criptografia.

E para entender o objetivo do nosso artigo, é importante lembrar que além de suas funções ligadas à segurança da informação, outra razão que resultou no aumento do uso de criptografia nas empresas é atender a requisitos de conformidade regulamentar, a exemplo do padrão de segurança de dados do PCI.

Sendo assim, uma única empresa pode usar várias dezenas de ferramentas de criptografia diferentes e resultando em milhares de chaves criptográficas. Cada chave deve estar armazenada com segurança, protegida e recuperável.

O porquê da solução EKM

Explicar a você de forma clara e objetiva o porquê do desenvolvimento de uma solução para o gerenciamento das chaves criptográficas vai servir de base para justificar as razões para começar a usar EKM o quanto antes. Para isso, basta uma lista das principais características de funcionamento de uma chave criptográfica.

  • As chaves de criptografia utilizam-se de algoritmos para proteger seus dados. Existem dois tipos básicos de algoritmos criptográficos: simétrico (única chave) e assimétrico (um par de chaves).
  • Os algoritmos de chave simétrica usam uma única chave para proteger a comunicação e obter confidencialidade, integridade e autenticação. Uma chave privada é uma variável usada com um algoritmo para criptografar e decriptografar códigos. Enquanto o algoritmo não precisa ser mantido em segredo, o mesmo não se pode dizer da chave utilizada.
  • Por sua vez, os algoritmos assimétricos fornecem a cada usuário uma chave pública e uma chave privada. Os usuários podem distribuir livremente a chave pública, mantendo a chave privada em segredo. Esses pares de chaves atingem todos os quatro objetivos da criptografia: confidencialidade, integridade, autenticação e não-repúdio.
  • Uma infraestrutura de chave pública suporta a distribuição e a identificação de chaves de criptografia públicas, que permitem que usuários e computadores troquem dados com segurança por redes como a Internet e verifiquem a identidade da outra parte.

Caso você seja um simples usuário que utiliza esse recurso de segurança, essas características são transparentes. Porém, para quem faz a administração das ferramentas e chaves criptográficas em escala empresarial a gestão é um grande desafio.

Basta pensar que o gerenciamento de chaves significa proteger as chaves de criptografia contra perda, corrupção e acesso não autorizado. Muitos processos podem ser usados ​​para controlar o gerenciamento de chaves, incluindo alterar as chaves regularmente e gerenciar como as chaves são atribuídas e quem as recebe.

Além disso, as organizações devem avaliar se uma chave deve ser usada para todos os tipos de backup ou se cada tipo deve ter sua própria chave. E por fim, vale destacar que, quando chaves são perdidas ou corrompidas, isso pode levar à perda de acesso a sistemas e dados, bem como tornar um sistema completamente inútil.

Por essa razão vale investir em uma solução EKM, ou seja, uma ferramenta de gerenciamento das chaves criptográficas. As razões para começar a usar EKM são simples: fazer isso sem uso de ferramentas de software e com um número ilimitado de chaves de criptografia é praticamente impossível e totalmente improdutivo.

6 razões para começar a usar EKM

Diante dessa complexidade, o emprego de uma solução de EKM se torna essencial para armazenar, fazer backup de chaves de criptografia. Finalmente, vale apresentar algumas razões para começar a usar EKM.

  1. Proteger dados sensíveis contra o acesso indevido;
  2. Minimizar impactos em caso de vazamento de dados;
  3. Aplicar a criptografia sem uma solução para gerenciar as chaves pode aumentar os riscos de perda das chaves;
  4. Evitar falhas humanas sobre a guarda das chaves;
  5. Gerenciar, armazenar, distribuir chaves criptográficas através da ferramenta;
  6. Diminuir custos operacionais.

E como foi dito anteriormente, o emprego de uma solução de gerenciamento de chaves criptográficas auxilia processos vinculados a conformidade em diversos setores, a exemplo do mercado financeiro e saúde, duas áreas com forte regulamentação e que dependem do uso de criptografia para manter seus dados seguros.

Por fim, o uso de uma solução EKM permite implantar boas práticas para apoiar profissionais de segurança na estratégia de gerenciamento de chaves de criptografia.

Em grandes empresas, os principais processos de gerenciamento devem ser capazes de serem distribuídos em várias funções de negócios com os mesmos padrões, regras e níveis de qualidade. Desta forma, recursos como uma solução EKM cada vez mais apoiam empresas e gestores de TI nos processos definidos para garantir a proteção de dados.

Mantenha-se atualizado sempre, assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades e tecnologias E-VAL. Continue acompanhando nossos conteúdos no blog e também em nosso perfil do Linkedin.

Leia mais
10 cuidados que você e sua empresa devem ter ao escolher uma solução de assinatura digital

O mundo tradicional baseado em papel está sendo deixado de lado através dos processos digitais e solução de assinatura digital em muitos setores importantes, incluindo o setor financeiro, imobiliário, saúde, contabilidade, construção, entre outros.

Para isso, uma ampla variedade de soluções de assinatura digital passou a ser oferecida no mercado, visando evitar falsificações e adulterações. A assinatura digital fornece integridade de dados para provar que o documento não foi modificado e a autenticação necessária para identificar quem o assinou.

No entanto, escolher a solução de assinatura eletrônica certa para o seu negócio pode ser um grande desafio. Pensando nisso, fizemos uma lista com 10 recomendações que você deve considerar em sua decisão.

10 recomendações ao escolher solução de assinatura digital

  1. Usabilidade é o primeiro passo

Uma das principais coisas a considerar ao escolher uma solução de assinatura eletrônica é a facilidade de uso. Escolha um software que seja simples e intuitivo: um que seja projetado para oferecer uma experiência positiva para o cliente cada vez que for utilizado.

  1. Verifique se a solução tem validade jurídica

Para garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, bem como a realização de transações eletrônicas seguras, é necessário utilizar uma assinatura digital com seu respectivo certificado digital, proveniente sempre de uma fonte autorizada e confiável.

Por essa razão, na escolha da solução de assinatura digital é preciso verificar o suporte da ferramenta aos fatores técnicos que possam garantir a validade jurídica da assinatura digital. É preciso garantir características fundamentais de validade jurídica, não repúdio de autoria e integridade do conteúdo

  1. A validade jurídica garantida pelo ITI

Complementando a recomendação anterior, além da preocupação com a validade jurídica é preciso ficar atento se a solução de assinatura digital tem a chancela do ITI, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação.

O ITI é uma autarquia federal, ligada à Casa Civil da Presidência da República, que tem por missão principal manter e executar as políticas da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Ao ITI compete a responsabilidade de ser a primeira autoridade da cadeia de certificação digital.

  1. Experiência da empresa no desenvolvimento de projetos de certificação digital

Outro fator importante na escolha da solução de assinatura digital tem relação com o fornecedor. É preciso verificar sua experiência em projetos de certificação digital de forma a garantir que a solução além de ter a validade jurídica, ela também se adapte às necessidades da empresa. Lembrando que a assinatura digital é utilizada em diferentes segmentos do mercado e aplicada a variados processos de uso.

  1. Verificar a possibilidade de integração entre a solução e o seu sistema

Como foi dito na recomendação anterior, assinatura e certificados digitais já foram incorporados a diferentes processos em empresas de diferentes segmentos. Isso quer dizer que a solução de assinatura digital deve ser flexível suficiente para ser integrada aos sistemas internos, auxiliando no ciclo produtivo das empresas.

  1. Comparar o volume de assinaturas da sua empresa com a capacidade da solução

Ter em mente as necessidades da empresa faz com que se tenha os requisitos a serem atendidos pela solução de assinatura digital. E um dos pontos fundamentais é a capacidade de assinaturas suportada pelo software e o volume a ser usado pela empresa. Essa compatibilidade se torna fundamental na otimização dos investimentos a serem feitos pelas empresas na escolha da ferramenta.

  1. Analisar quais atualizações ou adaptações serão necessárias para receber a solução na empresa

Voltando a falar sobre capacidade de adaptação entre solução de assinatura digital e sistemas internos, vale analisar quais são os impactos na integração das soluções e suas futuras atualizações. Mudanças de requisitos ou correções de bugs costumam impactar diretamente a integração de softwares de diferentes fornecedores, comprometendo a execução de importantes atividades nas empresas.

  1. Aceitação de clientes

Apesar de aparentemente ser um requisito ou uma demanda entre sua empresa e seus clientes, a solução de assinatura digital precisa se adaptar a situações em que uma das partes não aceitem documentos assinados digitalmente. A ideia é fazer o tratamento de exceções de forma amigável aos usuários. Esse tratamento pode ser incorporado a um processo interno da empresa.

  1. Pesquisar quais outros clientes a empresa fornecedora atende

Mais uma vez a experiência é levada em consideração nessa recomendação. A reputação no mercado se torna um requisito a ser verificado pelo comprador da solução de assinatura digital. Verifique se existem reclamações e a forma como elas são tratadas. Aproveite a experiência de outros clientes para fazer a sua escolha.

  1. Analise o pós-vendas e suporte do fornecedor da solução

A última recomendação é muitas vezes ignorada por grande parte das empresas e isso causa uma grande dor de cabeça aos gestores.

Não basta atender a todos as recomendações descritas anteriormente se no momento mais crítico o fornecedor da solução de assinatura digital deixa sua empresa na ‘mão’. O suporte e pós-venda são fundamentais no tratamento de problemas e dúvidas dos usuários da solução.

O que achou de nossas dicas? Elas são a base que você precisa para fazer a escolha da melhor solução de assinatura digital para sua empresa. Lembre-se sempre que você está fazendo o investimento em um software para melhorar seu processo produtivo, sua escolha precisa ser estratégica e sempre ampliando a produtividade dos funcionários e trazendo resultados positivos para a organização.

Você ainda ficou com dúvidas sobre como fazer a melhor escolha da solução de assinatura eletrônica ou de assinatura digital? entre em contato com E-VAL, temos um time de especialistas para ajudá-lo.

Outra dica importante é assinar nossa newsletter e ficar por dentro das novidades e tecnologias da E-VAL. Aqui em nosso blog estamos sempre publicando dicas e novidades sobre segurança e mercado financeiro

Leia mais
A verdade que ninguém nunca contou a você sobre redução de custos de armazenamento

Antes mesmo de alcançar o objetivo da redução de custos de armazenamento, as empresas têm percebido a necessidade de criar uma estratégia completa para o gerenciamento de documentos corporativos. Não basta querer eliminar o papel, é preciso organizar a casa para alcançar os benefícios.

Desta forma, surge a necessidade nas empresas de desenvolverem uma gestão de informações empresariais que consiste em um conjunto de processos de negócios e práticas usadas para gerenciar documentos criados a partir dos dados de uma organização.

Para ajudar nisso, a tecnologia de informação tem facilitado o manuseio seguro e controlado de documentos e entender como tudo isso funciona será o objetivo da leitura de nosso artigo, vamos lá?

A importância do gerenciamento de documentos corporativos

A importância do gerenciamento de documentos corporativos tem crescido nos últimos anos e isso tem acontecido à medida que requisitos de conformidade aumentam. Além disso, a necessidade de sistemas e estratégias aprimorados de gerenciamento de documentos se tornaram um aspecto cada vez mais crítico das operações das empresas.

O aspecto da redução de custos de armazenamento não tem sido colocado de lado em virtude das exigências, mas as empresas aprenderam que esse importante benefício tem se tornado uma consequência a partir da melhoria dos processos de negócios da organização.

Um sistema de gerenciamento de documentos corporativos permite que uma empresa e seus usuários criem um documento ou capturem uma cópia impressa em formato eletrônico. Com isso, as organizações passaram a ter a capacidade de:

  • Criar;
  • Armazenar;
  • Editar;
  • Imprimir;
  • Processar;
  • Gerenciar documentos em imagem, vídeo e áudio, bem como em formato de texto.

A relação com a redução de custos de armazenamento começa a surgir quando as empresas passam a ter uma estrutura tecnológica que pode incluir:

  • Scanners para captura de documentos;
  • Impressoras para criação cópia impressa;
  • Dispositivos de armazenamento;
  • Programas e servidores de computador para gerenciar os bancos de dados que contêm os documentos.

Com isso, a administração do conteúdo digital em todo o seu ciclo de vida, da criação ao armazenamento permanente ou exclusão passa a ter um gerenciamento que possa simplificar o acesso, eliminar gargalos, otimizar a segurança, manter a integridade, minimizar a sobrecarga e, por consequência, reduzir custos de armazenamento.

O gerenciamento de documentos no contexto da conformidade

No contexto da conformidade regulatória, o gerenciamento de documentos corporativos deve abordar as seguintes etapas dentro de um ciclo de desenvolvimento:

  1. Como os documentos são criados, organizados, indexados, protegidos, preservados, autenticados e recuperados no caso de um desastre;
  2. Quanto tempo eles devem ser retidos;
  3. Onde eles devem ser armazenados;
  4. Como as mudanças podem ser rastreadas.

Em geral, para os sistemas de gerenciamento de documentos corporativos é criado um local central para manter documentos e fornecer ferramentas de fluxo de trabalho para controlar qualquer modificação ou outro trabalho feito neles.

Exemplos de requisitos de conformidade para o gerenciamento de documentos

Os requisitos de gerenciamento de documentos corporativos variam dependendo de quais leis ou regulamentações pertencem a um determinado setor.

Algumas associações estabeleceram padrões de gerenciamento de documentos independentes de regulamentações estaduais ou federais.

Alguns exemplos mais conhecidos sobre conformidade para o gerenciamento de documentos:

Além disso, associações ligadas às corretoras de valores mobiliários e da bolsa de valores exigem que as empresas ligadas aos serviços financeiros devem usar um sistema de armazenamento eletrônico que possa armazenar imagens de registros em papel ou transfira registros eletrônicos para armazenamento eletrônico, que deve ser capaz de preservar, recuperar e reproduzir os registros.

Qual é o papel da TI no gerenciamento de documentos?

A TI está na base do gerenciamento de documentos corporativos, juntamente com o treinamento, processos e procedimentos que sustentam um esforço geral de conformidade.

Como acontece com qualquer abordagem bem-sucedida de conformidade regulatória e também na busca pela redução de custos de armazenamento, os departamentos de TI devem trabalhar com todos os setores do negócio.

Isso quer dizer que existe um trabalho em conjunto com áreas estratégicas, a exemplo da jurídica, financeira, recursos humanos, entre outras. Tudo isso para criar o ambiente de gerenciamento de documentos corporativo mais eficaz e estratégico.

A importância da assinatura digital no processo de gerenciamento de documentos

Como você sabe uma assinatura digital é a técnica usada para validar a autenticidade e integridade de uma mensagem, software ou documento digital. E, portanto, ela faz parte do processo de gerenciamento de documentos.

Nessa fase da gestão de documentos, uma assinatura digital destina-se a resolver o problema de adulteração e representação em comunicações digitais.

Assim, as assinaturas digitais podem fornecer as garantias adicionais de evidência de origem, identidade e status de um documento eletrônico, transação ou mensagem, bem como o reconhecimento do consentimento informado pelo signatário.

Vale destacar que uma assinatura digital pode ser usada com qualquer tipo de mensagem ou documento, seja criptografada ou não, servindo simplesmente para que o destinatário possa ter certeza da identidade do remetente e que a mensagem tenha chegado intacta.

No caso de documentos as assinaturas digitais tornam difícil para o signatário negar ter assinado algo (não-repúdio), assumindo que sua chave privada não tenha sido comprometida, já que a assinatura digital é única para ambos, o documento e o assinante, e os une.

Um certificado digital, um documento eletrônico que contém a assinatura digital da autoridade emissora de certificados, vincula uma chave pública a uma identidade e pode ser usado para verificar se uma chave pública pertence a uma pessoa ou entidade específica.

Enfim a redução de custos de armazenamento

Depois que se coloca a casa em ordem é chegada a hora de colher os resultados. Além de um processo eficiente e uma gestão estratégica de documentos a empresa alcança outros tipos de benefícios.

A redução de custos de armazenamento é percebida a partir do momento que sabe-se exatamente os arquivos que precisam ser armazenados, atualizados, copiados (backup), autenticados via assinatura digital, etc.

Portanto, como foi dito logo no início do artigo, a redução de custos de armazenamento se torna realmente eficiente e estratégica quando vem associada a um processo de gerenciamento de documentos, levando não somente a economia, mas a uma série de outros benefícios.

De que forma sua empresa está fazendo a gestão de documentos e aplicando as boas práticas de segurança, a exemplo da assinatura digital? Ela tem alcançado a redução de custos de armazenamento de forma eficiente?

Por fim, outro ponto importante a ser considerado são os custos de busca pela informação, onde um software pode encontrar rapidamente o documento digitalizado e também não deixa de ser uma garantia que o mesmo será encontrado, já que muitas empresas têm perdas consideráveis por não encontrarem um documento fisicamente armazenado.

Assine nossa Newsletter e fique por dentro das novidades e tecnologias E-VAL. Continue acompanhando nossos conteúdos no blog e siga nosso perfil do Linkedin

Leia mais
Tudo o que você precisa saber sobre compensação de cheques por imagem

Para quem pensou que o talão de cheques tinha sido aposentado fique sabendo que agora é possível fazer compensação de cheques por imagem em até 1 dia útil. Nos últimos anos com a facilidade e a modernização de recursos como cartão de crédito, débito e suas famosas “maquininhas” o uso de cheques no comércio tem diminuído.

Porém, o montante transacionado ainda é bastante alto em relação aos demais meios de pagamento, suas transações somaram valores superiores a R$ 674 bilhões.

Diante do volume de negócios que ainda acontece com o uso dos cheques, o Banco Central do Brasil, junto com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) investem constantemente em melhorias no uso deste recurso, a exemplo da compensação de cheques por imagem.

É possível que você não saiba ou não lembre o que significa a compensação de um cheque

Para as novas gerações de consumidores, explicar o que significa um cheque ou o que é uma compensação pode ser um desafio. Mas se você for ligado a setores como o varejo é possível que você saiba do que estamos falando.

O cheque consiste em uma ordem de pagamento à vista. Pode ser recebido em dinheiro diretamente na agência em que o emitente mantém conta. Ou pode ser depositado em outra agência, para ser compensado e creditado na conta do beneficiário.

O Banco Central explica em seu site que a compensação de cheques é o acerto de contas entre instituições financeiras, referente aos cheques depositados em estabelecimentos diferentes dos sacados. Portanto, o cheque é mais uma forma de pagamento a ser aceito em nosso sistema financeiro. Acredita-se no fim dele nos próximos anos, mas vamos falar sobre sua evolução recente.

Até pouco tempo, a compensação de cheques era feita diretamente nas agências bancárias e o prazo para que essa ordem de pagamento fosse convertida em saldo em nossa conta corrente acontecia em torno de dois ou três dias, isso se não ocorresse algum tipo de problema quanto a sua autenticidade ou disponibilidade de saldo na conta do emissor para sua compensação, etc.

A modernização dos cheques

Como foi dito anteriormente, devido sua importância para o mercado, o BC brasileiro buscou inovar de forma tecnológica o uso dos cheques e basicamente tiveram duas evoluções em seu processo de compensação.

  1. Compensação de cheque em 1 dia útil

O prazo de bloqueio do valor do cheque não pode ser superior a um dia útil, contado a partir do dia seguinte ao do depósito.

  1. A compensação de cheques acontece por imagem

A regulamentação atual determina que a compensação de cheques seja efetuada unicamente por intermédio de imagem digital e outros registros eletrônicos do cheque.

Quanto a redução do tempo de compensação, basicamente foi uma decisão que permitiu que a quantia representada pelos cheques entrasse em circulação no mercado de forma mais ágil, o que ajuda na economia através da compra de produtos e serviços. Porém, para que isso fosse possível, seria preciso modernizar o processo de compensação. E isso foi feito e regulamentado alguns anos atrás.

O sistema de compensação de cheques por imagem

A implementação da compensação de cheques por imagem diminuiu o tempo do processo, reduziu os gastos com transporte, eliminando as trocas físicas que antes eram feitas. Em vez de enviar os cheques para bancos, agências e referidas praças de origem, a compensação digital por imagem passou a ser encaminhada eletronicamente com documentos assinados através de certificado digital.

O funcionamento da compensação de cheques por imagem basicamente consiste:

  1. O banco que recebe o cheque capta as informações através do código de barras e procede com a digitalização do documento;
  2. Esta digitalização gera um arquivo que, após ser assinado digitalmente com certificados ICP-Brasil, é enviado diretamente para a Câmara de Compensação que o processa e envia o resultado para o banco de origem;
  3. Por sua vez, este lê as informações e responde ao sistema de compensação de cheque modernizada, autorizando o pagamento;
  4. Todo esse processo acontece sem que o cheque tenha de sair do banco onde foi entregue.

A compensação de cheques por imagem nos leva ao conceito da captura de documentos que representa um dos vários processos usados ​​para converter um documento físico em outro formato, geralmente uma representação digital.

A capacidade de capturar documentos e disponibilizar suas informações tornou-se cada vez mais importante por vários motivos, em particular, requisitos de conformidade regulamentar, segurança de informações e ambiente de negócios competitivo.

E não podemos esquecer o ponto fundamental nesse processo de compensação de cheques por imagem que consiste no uso de certificação digital, que valida todo o processo e garante a redução de casos de clonagem e roubo, além de minimizar os gastos com transporte e tratamento de papéis.

Características e benefícios do processo de compensação de cheques por imagem

A solução a ser usada na compensação de cheques por imagem, deve ser aderente aos requisitos de alto desempenho para o processamento de lotes recebidos e remetidos permitindo a integração da assinatura digital com os sistemas de captura centralizado ou nas agências. E por isso, deve apresentar características e benefícios como:

  • Gerenciamento e Monitoração: Gerenciamento de logs de operações e transações e identificação do estado de cada componente e solução;
  • Estabilidade: Utilização nas maiores instituições financeiras do país sendo responsável pelos processos de geração e validação de Assinaturas Digitais;
  • Facilidade de integração;
  • Segurança e Interoperabilidade conforme os padrões de acordo com a ICP- Brasil e o Manual da COMPE;
  • Agilidade com diversos mecanismos de otimização do processamento de Assinaturas Digitais.

São diversas as vantagens na modernização do processo de Compensação de Cheque por Imagem. Para as instituições financeiras, isso significa redução de custos, ganho de qualidade e produtividade. Para os consumidores, a facilidade do processo de compensação e a disponibilidade do dinheiro em tempo reduzido, favorecendo até mesmo a economia do país que passa a ter dinheiro circulante em prazos menores.

Gostou deste conteúdo? Inscreva-se na nossa news e receba novidade sobre tecnologia para instituições financeiras

Leia mais
8 problemas gerados por não ter proteção de dados

Proteger os dados se tornou um pré-requisito obrigatório e estratégico para todas as empresas que pretendem realizar transações através da Internet e isso inclui instituições privadas e públicas desde a esfera municipal até a federal.

É cada vez mais frequente incidentes de segurança envolvendo órgãos do governo. Muitos de nós não sabemos, mas em submundo bem silencioso é travado uma verdadeira guerra cibernética entre os países. E com base neste tema, que vamos falar sobre a importância de proteger os dados.

A proteção de seu país está em constante em risco

Em um estudo recente, publicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) levantou-se um dado alarmante mostrando que os bancos centrais pelo mundo estão sofrendo constantes ataques e que já resultaram desde o roubo de milhões de dólares até o comprometimento de dados de milhares de clientes e funcionários.

Nos últimos anos, o setor financeiro e o governo tem sido principal alvo desses ataques em virtude da migração de suas operações para o mundo online, onde o risco de invasão e roubo de dados é muito maior.

É preciso uma forte adaptação por parte dessas instituições, uma vez que temos a quebra de um forte paradigma, onde bancos e setores estratégicos do governo deixam de focar suas principais operações, que basicamente aconteciam de forma offline ou de forma restrita em redes privadas, para a Internet, um mundo aberto e bem arriscado.

Na realidade, nos últimos anos todas essas instituições estão passando por uma grande ruptura em seus modelos de negócio e por essa razão proteger os dados se tornou uma prioridade.

Os invasores podem ser hackers recreativos, crackers ou terroristas. Isso pode acontecer para entidades e interesses empresariais, bem como para o setor público e o governo, a exemplo de instituições bancárias, energia, agências estatais, hospitais, empresas, educação e até assuntos sociais.

Todas essas instituições dependem fortemente de sua presença online e por isso passaram a correr riscos. Com a informação fluindo através da Internet em diferentes redes em todo o mundo, há uma necessidade crescente de proteger informações pessoais, fundos e ativos, bem como a segurança nacional.

Está claro que adotar uma estratégia para proteger os dados é necessária. Os cidadãos devem ter confiança no uso de serviços públicos online e, se sentirem que estão sob ameaça em áreas como saúde e assistência social, o uso deles diminuirá.

Em virtude dessa crescente ameaça às organizações do setor público e financeiro devem aderir aos padrões apropriados de segurança cibernética que possam garantir assim a proteção e segurança necessária para o uso do ambiente online para suas operações.

Proteção de dados deve ser uma prioridade

Para o governo, a segurança cibernética não é apenas um desafio, é um grande obstáculo para a tão esperada transformação digital. Além disso, os riscos são altíssimos: a invasão de informações do setor público pode pôr em perigo principalmente a segurança nacional.

Para se ter uma ideia das consequências dos ataques virtuais e do roubo de informações através das instituições financeiras e do governo, vamos listar 8 problemas gerados pelo fato de não se proteger os dados.

  1. Invadir de sistemas vitais com o objetivo de desativá-los;
  2. Causar estragos em toda a infraestrutura digital do país;
  3. Obter acesso a sistemas para roubar dados sensíveis;
  4. Roubar números de documentos (RH, CPF, CNH, outros) ou declarações fiscais;
  5. Fazer transferências financeiras ilegais;
  6. Interromper operações estratégicas do governo;
  7. Manipular dados e códigos para introduzir instruções prejudiciais;
  8. Obter os registros de funcionários e os arquivos de segurança nacional.

O impacto de sofrer ataques virtuais através de instituições financeiras e órgãos do governo vai muito além dos prejuízos financeiros. A exposição das informações de cada cidadão, por exemplo, é um dano irreversível e que por sua extensão se torna impossível de mensurar o tamanho da perda.

Enfrentando o desafio da segurança cibernética

As ameaças estão crescendo em volume, intensidade e sofisticação e os recentes ataques demonstram que novas tentativas de invasão devem acontecer frequentemente.

Surge uma grande dúvida. Como os governos podem reverter a crescente lacuna entre investimento em segurança e eficácia? Tradicionalmente, a segurança cibernética tem se concentrado na prevenção de intrusões, na defesa com uso de firewalls, no monitoramento de portas e afins.

Porém, o cenário de ameaças em evolução exige uma estratégia mais dinâmica para proteger os dados. Uma nova abordagem neste sentido envolve três áreas fundamentais construídas em torno de ser seguro, vigilante e resiliente. Esses três princípios refletem o fato de que os mecanismos de defesa devem evoluir.

As ações do governo não podem confiar apenas na segurança do perímetro, elas também devem desenvolver recursos sólidos para detecção, resposta, reconhecimento, recuperação e proteção de dados.

É preciso manter a confiabilidade

A segurança cibernética tem a ver com a construção de um ambiente seguro com o uso da tecnologia, de modo a garantir a confiança e estabilidade da sociedade.

Consequentemente, a construção da confiabilidade requer atividades e operações que possam garantir:

  • Redução e prevenção de ameaças e vulnerabilidades;
  • Implementação de políticas de proteção;
  • Resposta a incidentes;
  • Recuperação rápida em caso de incidentes;
  • Garantia de dados e informações;
  • Aplicação das leis relacionadas à cibersegurança;
  • Operações de inteligência relacionadas à segurança do espaço cibernético;
  • Entre outras ações.

É preciso ter um plano de resposta a incidentes

As organizações precisam ter a compreensão realmente clara do que fazer no caso de um incidente de segurança. Para isso é preciso ter um plano de resposta a incidentes que seja bem planejado e testado regularmente.

No entanto, vale destacar que as ameaças e ataques que ocorrem atualmente não seguem os padrões normais de detecção e resposta. Os requisitos tradicionais são focados apenas em ameaças comuns.

Para as instituições financeiras e de governo, a realidade mostra que temos ameaças que foram aperfeiçoadas e que representam um grande risco. E para combater esse cenário será preciso desenvolver uma estrutura sólida para gerenciar os riscos e aplicar novos padrões para detectar e responder a ameaças muito mais avançadas.

Isso vai muito além de simplesmente testar os sistemas quanto a vulnerabilidades. Significa, por exemplo, entender quais são os dados com maior risco, quais são os tipos de criminosos estariam mais interessados ​​nesse tipo de informação, que tipo de ataques poderiam ser usados e por fim desenvolver ações preventivas e corretivas para proteger os dados.

As agências devem fazer esforços significativos para estudar as ameaças emergentes, observando os principais indicadores de risco e entendendo os atores, criminosos, países estrangeiros e hacktivistas, que ameaçam os sistemas do governo e financeiro.

Seja uma ameaça interna ou externa, as organizações estão descobrindo que apenas o uso de firewalls não é eficaz para antecipar a natureza das ameaças.

A ação evolutiva das ameaças cibernéticas exige uma defesa colaborativa em rede, o que significa compartilhar informações sobre vulnerabilidades, formas de ataque e soluções entre a comunidade, governos, empresas e fornecedores de segurança.

Assim, a segurança cibernética quando desenvolvida de forma eficiente em cada país engloba praticamente todos os cidadãos, proporcionando a todos a sensação de confiança e de credibilidade nas instituições.

Agora você já conhece os problemas gerados por não proteger os dados. Mantenha-se atualizado sempre, assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades e tecnologias E-VAL. Continue acompanhando nossos conteúdos no blog e também em nosso perfil do Linkedin.

Leia mais