Proteção de Dados

Cibersegurança: tendências, ameaças e desafios para 2018

É de conhecimento de todos que, em 2017 houve muitas perdas, ataques, sequestros e vazamentos de dados. Mas se pensarmos menos nos casos de crime cibernético, encontraremos boas notícias capazes de estimular o otimismo. No ano passado, o custo médio global de violação de dados caiu 10% em relação aos anos anteriores para US$ 3,62 milhões, de acordo com o Instituto Ponemon. Claro, ainda há muito trabalho a fazer diante da corrida acirrada por mais segurança na rede, a cibersegurança. Aqui estão algumas das tendências, desafios e ameaças que nos aguardam em 2018.

Inteligência Artificial poderá aumentar as defesas cibernéticas

À medida que o uso de inteligência artificial amadurece e começa a afetar mais e mais indústrias, cresce a expectativa pelo seu papel para a cibersegurança. Como a batalha com criminosos cibernéticos se move muito rápido, os modelos de aprendizado de máquina que podem prever e identificar com precisão ataques rapidamente poderiam dessa forma ser uma grande vantagem para os profissionais da InfoSec. Este ano, espera-se que esses modelos sejam treinados e aprimorados. No entanto, existe também o risco de que a IA e a aprendizagem de máquinas possam ser exploradas por criminosos.

Segurança em nuvem terá prioridade para várias empresas

Conforme o ambiente de cloud alcança a maturidade, ele se torna um alvo da segurança e começará a apresentar problemas. Assim, é bem possível que a crescente demanda das empresas por serviços de nuvem compartilhada deixe a tecnologia mais vulnerável, insegura e mais sujeita a um problema grave comum aos outros ambientes. Quando se trata de cloud, os especialistas em segurança terão que decidir em quem eles vão confiar e em quem não vão. As empresas precisam criar diretrizes de segurança para uso de nuvem pública e privada, além disso, é importante seguir um modelo de decisão de uso da nuvem para se precaver contra os riscos.

Maiores cuidados com Ransomware

Ransomware tem sido uma ameaça crescente nos últimos anos. Ainda não está claro o que todos aprenderam com os ataques do Ransomware WannaCry de 2017, mas se espera que ele tenha destacado a necessidade de fazer backup regularmente, manter sistemas de correção e atualização e fortalecer suas defesas em tempo real. Se as organizações adotassem esses passos simples, poderíamos reduzir drasticamente o impacto do Ransomware.

Sim, blockchain!

No futuro (já podemos esperar alguma coisa em 2018), o Blockchain será uma ferramenta importante para a cibersegurança. Aliás, a tecnologia já está sendo usada em infraestrutura de chaves públicas (PKI), uma criptografia para proteger e-mails, websites e aplicativos de mensagem. Ela remove completamente as autoridades certificadoras centrais, usando um registro distribuído de domínios e suas chaves públicas relacionadas. Essa forma é mais segura, uma vez que não existe uma base de dados central para ser atacada.

Maiores riscos de cyber sequestro

Com a abundância de IoT e sistemas de controle industrial, devemos ver ataques bem sucedidos de cyber sequestro já em 2018. Em tais ataques, os hackers poderão controlar completamente a automação industrial ou de transporte e sistema de controle, impossibilitando assim o acesso de um proprietário legítimo às informações e também ao seu controle. Obviamente, os hackers exigirão pagamentos de resgate para renunciar ao controle do sistema.

Maior procura por profissionais capacitados

A escassez de profissionais qualificados em cibersegurança continua a ser um grande problema para muitas organizações. Mesmo com os salários médios em alta, existem milhares de vagas. Isso leva muitas empresas a envolver serviços externos de cibersegurança e CISOs virtuais. Espera-se, portanto, mais terceirização, pois os empregadores tentam encontrar uma maneira de preencher a lacuna de habilidades.

Buscadores automatizados de ameaças

Em 2018, começaremos a ver buscadores automatizados de ameaças que poderão tomar decisões no lugar de seres humanos. Apoiados pela inteligência artificial, eles podem examinar continuamente o ambiente de uma empresa para detectar quaisquer mudanças que possam indicar uma potencial ameaça. Esses “caçadores de ameaças” aprendem com o que descobrem e tomam as ações apropriadas.

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