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O que será do futuro dos bancos com as Fintechs?

O que será do futuro dos bancos com as Fintechs?

As fintechs são startups que estão modernizando o atendimento e oferecendo digitalmente  serviços que, até então, eram oferecidos somente pelas instituições financeiras. E também serviços de nicho onde os bancos ainda não penetraram. No lugar de toda burocracia e dos juros exorbitantes, os clientes das fintechs podem conseguir dinheiro a taxas menores e com toda a eficiência dos serviços online. Para aumentar o limite do cartão de crédito basta um clique, sem precisar solicitar a ninguém. O melhor de tudo, sem taxa de anuidade.

Como um dos setores de tecnologia mais avançado do mercado atual, essas startups oferecem os mesmos serviços dos banco convencionais. Mas com uma estrutura bem mais enxuta (custos dos serviços mais reduzidos), tecnologia de ponta (grande eficiência) e o alcance ilimitado da internet. E segundo a empresa de pesquisa Venture Scanner, existem no mundo nada menos do que 1.406 fintechs.

Durante a Febraban de 2016, o presidente do Itaú, Roberto Setubal, comentou sobre o crescimento das fintechs: “Tenho certeza que nós, bancos, temos que correr.”

Desafio para os bancos, benefício para o cliente

Com abertura de contas correntes, empréstimos pessoais, financiamentos em geral e gerenciamento descomplicado, as fintechs facilitam a vida de seus clientes. Mas vai além disso. O formato reduzido dessas startups permite maior competitividade no mercado, como afirma Marcelo Bradaschia, fundador do FintechLab:

“As fintechs estão muito baseadas no ganho de eficiência desse mercado. Elas são enxutas então conseguem competir com preço, diferentemente dos bancos que têm uma estrutura enorme com vários produtos”.

O Nubank, considerado a maior startup no Brasil, oferece ao usuário um cartão de crédito facilmente gerenciado por meio de um aplicativo. O cliente tem controle sobre todas as suas operações e pode inclusive alterar seu limite. Além da interface simples e autoexplicativa, o cartão não tem tarifas e cobra taxas de juros muito abaixo do mercado. O motivo disso está no investimento em eficiência para manter uma estrutura enxuta e, portanto, mais barata.

Parceria, um caminho possível!

Os bancos podem se sentir ameaçados pelas fintechs? Para muitos, a resposta é negativa, uma vez que as startups precisam dessas instituições, especialmente por questões de regulamentação. Uma fintech precisa estar aliada ao banco por conta do ambiente que é muito regulamentado. Capital, influência em regulamentação e carteira de clientes, tudo isso pertence aos bancos.

Os bancos, por sua vez, apesar de sentirem seguros em sua posição atual no mercado, acreditam na necessidade de um movimento de aproximação com essas startups. Afinal elas oferecem aquilo que está em falta em sua relação com o consumidor.

“As fintechs querem fazer parcerias com bancos para trazer soluções para novos consumidores. Ajudar a expandir os pagamentos móveis, dinamizar a aceitação de pagamentos no comércio eletrônico e resolver problemas enfrentados pelos estabelecimentos comerciais”, afirma Rubén Salazar Genovez, Senior Vice-presidente de Produtos da Visa para América Latina.

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