Visão global

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP), uma Organização Social de Saúde, criada pelo Governo do Estado em parceria com a Fundação Faculdade de Medicina, desde o início de suas operações, em 2008, contempla a utilização de ferramentas informatizadas. Esse é o primeiro hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) paulista a ser 100% digital.

Desafio

Como toda mudança, houve a necessidade de adaptação e conscientização de várias áreas envolvidas no uso ou gestão da ferramenta SGH no ICESP. Doutor Kaio explica que os profissionais atuantes na assistência precisaram se adaptar a uma nova rotina de trabalho no fluxo de tratamento ao paciente, a área de TI também precisou adquirir conhecimento sobre a nova tecnologia, envolvendo as áreas de Infraestrutura, Sistemas e Suporte e o fornecedor da ferramenta SGH, também precisou modificar a arquitetura do sistema, pois o atrelo da assinatura digital com os dados era feito inicialmente através de PDF e passou a ser intrínseco ao registro das informações.

A coordenadora da Oncologia Clínica do ICESP, Dra. Maria Del Pilar Estevez Diz, afirma que a primeira dificuldade relacionada ao Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é adquirir o hábito de finalizar o processo com a assinatura digital, da mesma forma que se esquecia de carimbar e assinar eventualmente. “A disponibilização dessas informações no sistema, quando não assinado digitalmente, é uma questão que está em discussão, uma vez que podem ser informações cruciais para o atendimento do paciente”, destaca Maria.

Outra questão relevante em hospital escola, levantada por Dra. Maria, é que o atendimento pode ser de fato compartilhado com um aluno sob supervisão do médico assistente, fazendo parte do treinamento do aluno o registro dos dados. “Como o sistema sempre vê a responsabilidade individual é necessária a discussão da supervisão em ambientes acadêmicos. Outra questão é o “copia e cola”, ou melhor, o resgate das informações, que devem ser sempre revistas. Essa prática torna os dados mais completos, mas é necessário atenção para a revisão dos textos e sua correção para as condições atuais. Uma questão importante também são as dificuldades encontradas se há eventualmente queda do sistema, isso reflete o quanto ele está incorporado à prática médica”, aponta Dra. Maria.

A transição não é simples, pois muitos estão habituados ao papel, com o sistema todas as pastas são eletrônicas e compartilhadas. Além disso, observa Dra. Maria, algumas informações ainda chegam no papel, como por exemplo os exames externos, o que gera a necessidade de registro desses resultados. “Contudo a passagem foi muito bem recebida e houve adesão de todos, pois há a expectativa de customização, estruturação e maior agilidade no prontuário e levantamento de dados. A assinatura digital foi bem recebida, eliminou a necessidade de impressão, carimbo e assinatura, tornando o processo mais ágil”, avalia Maria.

Solução

The Digital Marketing Institute realized early on that Vodafone is a company that wants to set the pace, not just keep up with it. They didn’t just want a foundation to their digital marketing, they also wanted to train their staff to be up-to-date and current in their knowledge and skills, so they could anticipate what their customers would want.

“I had the greatest degree of confidence in the Digital Marketing Institute, both in terms of quality of content and their global certification standard, which we could apply across all of our markets,” stated Ghafoor

Fortunately, the Vodafone Marketing Academy had a learning management system, or e-learning system, already set up. Having a learning management system meant that their staff already knew the benefits of learning online. The next step was to find the right partner, to provide the content the company needed.

To get Vodafone started, The Digital Marketing Institute began by carefully picking topics and courses that were most relevant to Vodafone and their staff. They then agreed a global user license that gave Vodafone’s staff access to 15 of the DMI modules. Their staff could choose from modules in both the Professional Diploma in Digital Marketing and from the Specialist Diplomas.

Resultados

The Digital Marketing Institute team then worked with Vodafone to integrate core modules and content into their e-learning system to make it easy for their global workforce to train together, wherever they were, and whenever it suited. The video-based learning content is now used by Vodafone Marketing Academy staff all over the world.

A launch was also successfully supported by with a range of creative promotions – from e-flyers to newsletters and helped generate awareness and enthusiasm for the courses through internal campaigns. Today, The Digital Marketing Institute continues to work with Vodafone to certify their workforce, and help the company realize their full digital potential.

“I found the relationship to be a really positive one. One that was constructive. It certainly felt to me that what I was saying about Vodafone’s needs and requirements in this space was being listened to,” concluded Mohsin.

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