Proteção de Dados

Padrões regulatórios impulsionam a proteção de dados em empresas

A proteção aos dados pessoais é um tema que têm se expandido para espaços cada vez maiores. Esse tema é debatido por legisladores, membros do judiciário, profissionais especializados e setores de interesse. Dessa forma, os mais recentes projetos de leis gerais de proteção de dados já passaram por diversos foros de discussão, nos quais há processos de audiências e consultas públicas.

Uma enorme quantidade de informações é criada diariamente no mundo dos negócios, e elas transitam pelas redes públicas e privadas. Enquanto isso, padrões regulatórios surgem para acompanhar a demanda cada vez maior de proteção e privacidade. Além disso, eles também pensam a guarda adequada de informações das organizações.

Padrões regulatórios

Atualmente existem diversos padrões/legislações ao redor do mundo que exigem a proteção de dados. Podemos destacar entre os principais padrões regulatórios da indústria global:

  • SOX (Sarbanes Oxley): Lei americana que visa garantir a criação de mecanismos de auditoria e segurança confiáveis nas empresas. Nela, a proteção de dados está nos itens 302 e 404.
  • ISO 27001: Norma padrão de gestão da segurança da informação amplamente utilizada no mercado. Para esta norma, um dos requisitos importantes é a proteção de dados.
  • Data Protection Act (DPA): Legislação do Reino Unido sobre proteção de dados.
  • Marco Civil da Internet: Lei que regula o uso da internet no Brasil, onde é necessário garantir a proteção de dados pessoais.
  • General Data Protection Regulation (GDPR): Lei europeia que regulamenta a proteção de dados e entra em vigor em 2018.

Esses são apenas alguns exemplos de padrões que estão aumentando a busca pela proteção de dados. Com os ativos dados corporativos aumentando, empresas cada vez mais criam estratégias para preservar dados de clientes e produtos. Por exemplo: imagine se os dados dos clientes vazassem para a concorrência. Isso afetaria a organização e os clientes, resultando em perda financeira, perda de confiança, ações judiciais, assim como vários outros problemas.

O que fazer para proteger os dados?

Jaime Muñoz, diretor para América Latina da Boldon James, afirma que é necessário ter em mente vários fatores que contribuem para se garantir a proteção dos dados. Além disso, deve-se colocar em prática os mecanismos e processos que podem garantir conhecer o nível de sensibilidade de uma informação, seu grau de confidencialidade e como ela poderá transitar dentro e fora da companhia.

“O mercado brasileiro vem se destacando na estratégia de expansão mundial da companhia com clientes multinacionais com forte presença no Brasil e que conseguiram elevar a sua capacidade de proteção dos dados em um cenário global de explosão do Big Data e de forte ameaça volátil constante. As organizações buscam proteger suas informações críticas, sendo que um dos maiores riscos é a perda acidental de dados dentro da própria organização”, explica Munõz.

Por fim, padrões regulatórios impulsionam as empresas a adotarem políticas de proteção dos dados de seus clientes. Os administradores da segurança de dados devem debater com seus colegas os meios de colocá-la em prática, afinal nem sempre é trivial ou mesmo fácil implementar os requisitos desses padrões. Certamente, as novas tecnologias disponíveis, processos e pessoas são elementos chave neste processo.

E-VAL Tecnologia, uma empresa do Grupo E-VAL

A E-VAL Tecnologia atua há mais de 13 anos oferecendo soluções de segurança da informação para o mercado, pioneira em iniciativas no uso da certificação digital no Brasil, tais como, SPB, COMPE, Autenticação, Assinatura digital de contratos, Gerenciamento de Chaves e Proteção de dados e armazenamento de chaves criptográficas para os seguimentos de instituições financeiras, educação e indústria.

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