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Relatório revela predições sobre a Cibersegurança em 2018.

Relatório revela predições sobre a Cibersegurança em 2018.

Predições sobre a Cibersegurança em 2018

O ano de 2017 foi, até hoje, o que mais colocou a cibersegurança em foco. Quanto mais automatizadas nossas vidas e organizações ficam, mais riscos todos corremos e mais cibercrimes vemos surgir. Ataques como o WannaCry, o Pettya e o que aconteceu nas eleições presidenciais da França fizeram o mundo falar sobre o assunto. Mas não só eles. A evolução da inteligência artificial e do machine learning também atraíram os holofotes para essa importante área. E agora, para onde estamos caminhando? Um relatório, publicado no início do ano, revela predições sobre a cibersegurança em 2018 e nos aponta alguns caminhos.

  1. O Mobile sob ataque

Com a vida passando a gravitar em torno dos aparelhos móveis, a tendência é que eles sejam um foco ainda maior de malwares. Especialmente à medida que mais e mais pessoas fazem transações financeiras a partir de seus devices. Como consequência, os usuários vão buscar novas formas de proteger seus aparelhos. Além disso, fabricantes também devem começar a incrementar a segurança em seus sistemas operacionais.

  1. Novas Botnets com alvo em IoT

As facilidades trazidas pela Internet das coisas trazem também riscos. Especialmente porque muitos dos aparelhos dotados dessa tecnologia possuem uma capacidade de segurança bastante limitada. Por isso, muitas botnets, ou redes de computadores infectados, podem ganhar vida este ano. Isso fará com que aumente a pressão de órgãos reguladores em cima dos fabricantes, para que seus aparelhos sejam desenhados e lançados já com sistemas de controle de segurança. E, com usuários optando por aparelhos mais seguros, quem não se adequar pode ser forçado a deixar o mercado.

  1. Objetivos geográficos

Os ataques do ano passado deixaram claro que diferentes organizações criminosas criam ataques com objetivos distintos. Em 2018 isso deve se perpetuar. Enquanto organizações russas e asiáticas têm metas voltadas principalmente à política, na América Latina os ataques possuem motivação financeira. Aqui, devemos continuar a ver fraudes mais clássicas que possibilitam o ganho rápido de dinheiro. Essa diferença de objetivos representa um desafio especialmente para organizações internacionais, que podem ser atacadas por diversas frentes. A solução é, além de manter suas estratégias globais, estarem prontas também para criar ações de segurança locais.

  1. Caixas Eletrônicos na mira

Dependendo da sofisticação do sistema de segurança e maturidade da instituição, caixas eletrônicos podem ser o foco de ataques. Especialmente malwares que conseguem efetuar saques de dinheiro sem cartão, ataques em rede que podem afetar todo sistema bancário e até mesmo ataques físicos. Neste último, o caixa eletrônico poderá ser acessado através de uma conexão com aparelhos externos. Por isso, a proteção dessas máquinas deve aumentar ainda mais sendo firewalls, encriptação e proteção de hardware apenas o topo do iceberg.

  1. Educação do usuário final

Na indústria financeira, apesar do usuário final ser o elo mais fraco do processo, ele dificilmente é responsabilizado por incidentes de segurança. Mesmo quando age de forma displicente com seus dados, dispositivos ou documentos, as instituições financeiras é que ficam encarregadas por arcar com os prejuízos de uma falha de segurança. Por isso, em 2018 a preocupação em educar o usuário deve aumentar bastante. Afinal, hoje essa é ainda uma das poucas formas de diminuir o risco dessa ponta do processo.

O que fazer a respeito das predições sobre a cibersegurança em 2018.

Apesar de trazer muitos pontos alarmantes, o relatório aponta também para o lado positivo das predições. Afinal, à medida que os ataques ficam mais sofisticados e diversos, o mundo da cibersegurança se movimenta para acompanhar a evolução. A união entre a conscientização do usuário final com o compromisso governamental e a oferta privada de soluções é a chave para o aumento da segurança de dados. O melhor a se fazer é estar sempre atento aos protocolos que estão sendo colocados em prática e tentar ao máximo antever as ameaças. Outra importante dica é estar a par das principais recomendações para a cibersegurança em 2018.