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Será que a Inteligência Artificial (IA) é aliada ou inimiga da cibersegurança?

Será que a Inteligência Artificial (IA) é aliada ou inimiga da cibersegurança?

Inteligência Artificial e cibersegurança o que esperar?

Não é de hoje que a inteligência artificial tem estado no centro das atenções. Especialmente quando aliada ao conceito do machine learning. No final de 2017, Sophia tornou-se o primeiro robô do mundo a ganhar uma cidadania, oferecida pela Arábia Saudita. Um mês mais tarde, participou de uma conversa inusitada no WebSummit ao lado de outro robô: Einstein, inspirado no cérebro do famoso físico. Eles garantem que nós humanos não temos o que temer. Eles estão repletos de boas intenções e foram criados segundo os nossos valores. Mas, o próprio Einstein humanoide colocou uma importante questão: não seria justamente esse o problema? Quanto a isso, ainda é difícil prever. Mas, robôs humanoides a parte, quando o assunto é dados, será que a Inteligência Artificial é aliada ou inimiga da cibersegurança?

A IA tem muito a oferecer.

Há não muito tempo as máquinas eram apenas um “depósito” de dados. Apesar de serem uma ótima forma de coletar e organizar informações, não tinham capacidade analítica suficiente para ajudar também na tomada de decisões. Especialmente porque nós, humanos, conseguimos analisar variáveis muito mais complexas que às vezes estão além dos números.

Com a inteligência artificial, isso está mudando. Hoje, as máquinas conseguem cada vez mais processar dados de formas mais específicas. Assim, podem fornecer melhores respostas. E também podem ler melhor o cenário para perceberem anomalias como, por exemplo, ataques externos.

Um exemplo de tecnologia baseada na IA que está começando a se fortalecer é a IBNS (Intent-Based Network Security). A Segurança de rede baseada em Intenções promete ser tão intuitiva que será capaz de prever ações dos usuários e bloquear ameaças. Esse sistema trabalha em tempo real para mudar as condições da rede, caso elas não estejam de acordo com a que foi configurada como ideal. Justamente por terem muito mais rapidez e capacidade de ler um vasto número de dados, as máquinas dotadas de Inteligência Artificial podem ser grandes aliadas à cibersegurança.

Quando unimos a internet das coisas (IoT) à equação, ainda mais possibilidades se abrem. Com novos dados, voltados especialmente à rotina do usuário, as máquinas podem aprender a ser mais assertivas na prevenção de atividades fora do padrão. A questão é que, nesse caso, a segurança dos dispositivos ligados à IoT devem ser outro enorme ponto de atenção.

A Inteligência Artificial hoje

A verdade é que, hoje, a inteligência artificial já é uma parte da nossa vida pessoal e profissional. Um relatório lançado no mês passado mostra que 32% das organizações são altamente dependentes de inteligência artificial quando o assunto é segurança de dados. É através dela, por exemplo, que são descobertas fraudes de cartão de crédito.

E no nosso dia a dia ela também está por todos os lados. O reconhecimento facial do seu novo smartphone? É inteligência artificial. As dicas de produtos que você pode gostar em sites de e-commerce? Sim, também. O seu buscador preferido? Uma poderosa ferramenta de IA.

Então, é mais que natural que ela se volte também para auxiliar a área de cibersegurança. Para isso, é importante que não apenas a tecnologia continue a avançar, mas também que os profissionais de TI acompanhem. Essa união entre a inteligência das máquinas e a condução e atenção humana são fundamentais para que a IA desempenhe, em breve, um papel fundamental na segurança de dados.

Outras tendências da cibersegurança

É importante lembrar que a segurança de dados fica mais robusta com a utilização de um mix de soluções. Os ataques podem ser tão diversificados e imprevisíveis que o cruzamento de diferentes protocolos e tecnologias é essencial. Por isso, não deixe de se atualizar, ficando a par das tendências, ameaças e desafios da cibersegurança para 2018.